Décimo Primeiro Domingo do tempo comum — Ano a | São Paulo, 23 de julho de 2017

Prelúdio

Leitura [todos, em Pé]

Pai querido, nesta manhã...

Perdoa-nos pela nossa ineficácia como cristãos,

E dá-nos a força do Teu Espírito

para anunciarmos Cristo, hoje,

Como esperança para a humanidade

e verdade que vence a mentira,

Como paz e liberdade

que fundamentam a dignidade humana,

Como a vida que supera a morte, o desamor e a opressão,

Como única libertação, capaz de criar pessoas livres que amam.

Enche os nossos corações com o Teu Espírito

e acende em nós o fogo perene do teu amor. Amém!

Cântico “De Todas as Tribos” [TD, 121]

De todas as tribos, povos e raças

Muitos virão Te louvar

De tantas culturas, línguas e nações

No tempo e no espaço, virão Te adorar

Bendito seja sempre o cordeiro

Filho de Deus, raiz de Davi

Bendito seja o Teu santo nome

Cristo Jesus presente aqui

Remidos, comprados, grande multidão

Muitos virão Te louvar

Povo escolhido, Teu reino e nação

No tempo e no espaço, virão Te adorar

E a nós só nos cabe tudo dedicar

Oferta suave ao Senhor

Dons e talentos queremos consagrar

E a vida no Teu altar pra Teu louvor.

Oração [dirigente]

Saudação [dirigente]

Leitura do Salmo 86,8–13a

C: Não há entre os deuses, semelhante a ti, Senhor;

e nada existe que se compare às tuas obras.

Todas as nações que fizeste virão,

prostrar-se-ão diante de ti, Senhor,

e glorificarão o teu nome.

C: Ensina-me, SENHOR, o teu caminho,

e andarei na tua verdade;

dispõe-me o coração para só temer o teu nome.

Dar-te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração,

e glorificarei para sempre o teu nome.

Pois grande é a tua misericórdia para comigo.

Hino “Tuas Obras Te Coroam” [TD, 105]

Tuas obras Te coroam

Como um halo de esplendor:

Astros, anjos, céus, entoam

Hino eterno a Ti, Senhor!

Campos, matas, vales, montes,

Verde outeiro e verde mar,

Aves e sonoras fontes

Formam coro singular!

Nós, mortais, por Ti remidos,

Deus da glória, Deus de amor,

Corações aos céus erguidos

Celebramos Teu louvor.

Revelaste amor profundo,

Insondável, sem igual,

Enviando Cristo ao mundo,

A vencer por nós o mal!

Fonte és de alegria e vida,

És do bem o Inspirador:

Tua graça nos convida

A viver em mútuo amor.

Quais alegres peregrinos,

Sempre em marcha triunfal,

Cantaremos gratos hinos,

Na jornada, até o final!

Oração de adoração

Interlúdio

Leitura Salmo 86,1–7

L1: Inclina, SENHOR, os ouvidos

e responde-me,

pois estou aflito e necessitado.

L2: Preserva a minha alma,

pois eu sou piedoso;

tu, ó Deus meu,

salva o teu servo que em ti confia.

C: Compadece-te de mim, ó Senhor,

pois a ti clamo de contínuo.

Alegra a alma do teu servo,

porque a ti, Senhor, elevo a minha alma.

D: Pois tu, Senhor, és bom e compassivo;

abundante em benignidade para com todos os que te invocam.

C: Escuta, SENHOR, a minha oração

e atende à voz das minhas súplicas.

No dia da minha angústia, clamo a ti,

porque me respondes.

Momentos de Oração Silenciosa

Hino “Se Sofrimento Te Causei, Senhor” [TD, 158]

Se sofrimento te causei, Senhor.

Se ao meu exemplo, o fraco tropeçou;

Se em teus caminhos, eu não quis andar,

Perdão, Senhor!

Se vão e fútil foi o meu falar;

Se ao meu irmão não demonstrei amor;

Se ao sofredor não estendi a mão,

Perdão, Senhor!

Se indiferente foi o meu viver;

Tranquilo e calmo sem lutar por ti;

Devendo estar mui firme no labor,

Perdão, Senhor!

Escuta, ó Deus, a minha oração

E vem livrar-me de incertezas mil.

Transforma este pobre pecador

Amém, Senhor!

Oração Audível de Gratidão pelo Perdão

Interlúdio

Leitura Conjunta do Salmo 92,1–5

Bom é render graças ao SENHOR

e cantar louvores ao teu nome, ó Altíssimo,

anunciar de manhã a tua misericórdia

e, durante as noites,

a tua fidelidade,

com instrumentos de dez cordas,

com saltério e com a solenidade da harpa.

Pois me alegraste, SENHOR, com os teus feitos;

exultarei nas obras das tuas mãos.

Quão grandes, SENHOR, são as tuas obras!

Os teus pensamentos, que profundos!

Cântico “Louvemos ao Senhor” [TD 139 a 141]

Louvemos ao Senhor!

Louvemos ao Senhor!

Adoremos no seu santo monte,

Nosso amado Pai, seu nome é santo

Louvamos ao Senhor pois seu nome é santo.

Louvamos ao Senhor pois seu nome é santo.

Magnifiquemos ao Senhor,

Ao Rei que é digno de louvor!

Excelso, Supremo e mui digno de louvor,

Excelso, Supremo e mui digno de louvor,

Hosana, hosana, hosana ao nosso Rei.

Hosana, hosana, hosana ao nosso Rei.

Cristo é a nossa vida o motivo do louvor,

Em nosso novo coração.

Pois morreu a nossa morte,

pra vivermos sua vida,

Nos trouxe grande salvação!

Hosana, hosana, hosana ao nosso Rei.

Hosana, hosana, hosana ao nosso Rei.

Oração de Louvor

Culto Infantil

Leitura de Números 13,25—14,9

Ao cabo de quarenta dias, voltaram de espiar a terra, caminharam e vieram a Moisés, e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, a Cades; deram-lhes conta, a eles e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra. Relataram a Moisés e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e, verdadeiramente, mana leite e mel; este é o fruto dela. O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades, mui grandes e fortificadas; também vimos ali os filhos de Anaque. Os amalequitas habitam na terra do Neguebe; os heteus, os jebuseus e os amorreus habitam na montanha; os cananeus habitam ao pé do mar e pela ribeira do Jordão.

Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela. Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós. E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura. Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.

Levantou-se, pois, toda a congregação e gritou em voz alta; e o povo chorou aquela noite. Todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhes disse: Tomara tivéssemos morrido na terra do Egito ou mesmo neste deserto! E por que nos traz o Senhor a esta terra, para cairmos à espada e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos para o Egito? E diziam uns aos outros: Levantemos um capitão e voltemos para o Egito.

Então, Moisés e Arão caíram sobre o seu rosto perante a congregação dos filhos de Israel. E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dentre os que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes e falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra muitíssimo boa. Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. Tão somente não sejais rebeldes contra o Senhor e não temais o povo dessa terra, porquanto, como pão, os podemos devorar; retirou-se deles o seu amparo; o Senhor é conosco; não os temais.

Mensagem: Rev. Ademir Aguiar

Oração Final

Bênção Apostólica

Amém

Poslúdio
Created By
Marcelo Smargiasse
Appreciate

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