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Gerações Agro História de famílias que há várias gerações estão contribuindo para construir o Agro brasileiro mais forte junto com a Casa do Adubo

O agro está se modernizando e as lideranças no campo rejuvenescendo com o passar dos anos. Por isso, escolhemos trazer histórias de gerações inteiras, clientes da Casa do Adubo, que fazem do agro ser o que é hoje. Confira abaixo as histórias das famílias que estão no nosso calendário 2021.

Conheça 12 gerações agro

Família dos Santos

“A gente alimenta as famílias da cidade, com qualidade, e ainda gera emprego e renda para muitas pessoas.”

Willian Gustavo dos Santos estava em São Paulo, cursando o mestrado, quando viu a vida tomar outro rumo. Foi em 2018, para estudar e trabalhar, e em 2019 já havia voltado para Campo Verde, em Mato Grosso (MT), para ajudar a família a expandir a produção de hortaliças. Hoje eles são referência na comercialização de folhas e verduras na região. E nutrem na parceria com a Casa do Adubo, há seis anos, uma relação de confiança.

“Estava trabalhando numa grande empresa, em São Paulo, tinha três meses, quando conseguimos fechar o contrato de fornecimento para a maior rede de supermercados de luxo, na minha cidade. Voltei e fui ajudar meus pais”, lembra Willian, que é técnico em agropecuária (IFMT) e graduado em Engenharia Elétrica (UFMT).

A partir desse contrato, a produção da família mudou de patamar. Antes, tudo era vendido diretamente para atravessadores. Mas com a venda direta as portas começaram a se abrir. “Depois desse contrato, nosso portfólio saltou de 12 para 50 itens. O excedente, que continuava indo para atravessadores, agora é comercializado com outra grande rede de supermercados da região”, conta Willian.

Com o crescimento da demanda, mais especialmente entre final de 2019 e início de 2020, que a relação com a Casa do Adubo ficou mais próxima. “São muitos produtos disponíveis, com grande variedade de defensivos, fertilizantes e sementes; e conseguimos trabalhar tudo com eles. Praticamente 80% dos nossos insumos básicos para produção vêm da Casa do Adubo”, conta Willian.

Todo o trabalho é realizado ao lado dos pais, José Aparecido dos Santos e Sandra Nascimento Santos – que cuidam de toda a produção. A família é dona da propriedade há cerca de 20 anos. Desde 2002, começaram com a horticultura, primeiro com legumes, como abóbora e pepino, mas não deu muito certo. A ideia de plantar as verduras veio de um dos funcionários, que tinha experiência com hortaliças – foi quando a família começou a ter retorno.

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Produção

A família produz grande variedade de folhas, que vão desde as mais conhecidas (alfaces, rúculas, couves e muitos temperos, como salsa, cebolinha, coentro, etc) até as folhas babys, mais recentes no mercado. Também tem espinafre, alho-poró, salsão (aipo), almeirão, chicória, escarola e, até, pimentas.

“Nós também mudamos a forma de vender. Começamos a comercializar as folhas em saquinhos e, depois, lançamos a linha seleta, em bandejinhas de isopor e em embalagens de plástico, com um produto melhor tratado para a venda”, explica Willian.

Ao lado dos irmãos, Victor e Wagner, ele acredita que este momento é apenas o começo. “Nosso futuro é o que vivemos agora. Estamos com duas marcas, a Hidrotec e La Horta. E seguimos no dia a dia, sempre em negociação”, diz. Ele reconhece na parceria com a Casa do Adubo uma grande chance de ver os negócios prosperarem ainda mais. “É a maior casa agropecuária, na nossa região, e de grande poder de negociação. O que nos proporciona um preço mais justo na comercialização do nosso portfólio”, explica.

Hoje, para Willian, a agricultura representa tudo. “A nossa vida está ali, a nossa história. Sem isso nossos pais adoecem, não conseguem ficar sem. O melhor é que a gente ainda conseguiu trazer benefícios para a nossa região. A gente alimenta as famílias da cidade, com qualidade, e ainda gera emprego e renda para outras famílias”, diz ele.

Família Almeida da Silva

“Já me chamaram até de doido. E eu não desisti. Conseguimos mudar a história do mamão formosa, na região”

Há apenas cinco anos, a produção de frutas, em especial de melão, melancia e mamão, mudou por completo a relação da família Almeida da Silva com a agricultura. Os irmãos Emerson, Fábio e Leandro trabalhavam para outras famílias quando o mais velho viu no trator recém adquirido pelo pai a chance de mudar a trajetória de todos. A Casa do Adubo acompanhou essa trajetória desde os primeiros passos.

“Cheguei ao sítio do meu pai e vi um trator, lá. Novinho, tão grande, e que seria usado para reformar o pasto. E nem temos uma grande área”, comenta o irmão mais velho, Emerson Almeida. A cena não saia de sua cabeça. Seu sonho era retomar as atividades de plantio, trabalho feito pelo pai, senhor Aureliano Alves da Silva (62), quando chegou à região de Alta Floresta, em Mato Grosso (MT).

O patriarca da família, juntamente com a esposa, Inês Polido de Almeida (56), vieram do Paraná. Chegaram em 1984, com a intenção de comprar uma terra e tocar a vida. Aos poucos, o casal foi economizando, até comprar o sonhado pedacinho de terra, quase dez anos depois. Plantaram café, arroz, feijão... E também produziam leite.

Até o pai comprar o tal trator, como relembra Emerson. “Meus irmãos já trabalhavam em outras fazendas. Mas aí, conversando com eles, eu tive a ideia de voltarmos a ter um negócio que fosse nosso. Sugeri que era hora de voltarmos a plantar, e pensamos em melancia e melão”, conta. “A Casa do Adubo foi parceira desde o começo”, diz Emerson.

A ideia deu tão certo que no segundo ano, e em apenas um hectare, eles colheram 60 mil quilos de melão e de melancia. O lucro era reinvestido em equipamentos e novos plantios. Foi quando o mamão também entrou no sítio da família e, em poucos anos, passaram a colher de 8 a 10 mil quilos da fruta por semana.

Mas o trabalho foi muito além de plantar e colher. Até degustação nos mercados da região, os irmãos fizeram. “Começamos a etiquetar os mamões, o que nem era comum, por aqui. Fizemos até camisetas”, explica o produtor.

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Mudança

“Quando a gente traz a fruta como principal fonte de plantio é para retomar as atividades no sítio do meu pai. Sempre gostei de mexer com plantação, e sempre quis que tivéssemos nosso próprio negócio”, afirma Emerson. E eles conseguiram! A renda das frutas já é 20 vezes superior à produção de leite. E a família, toda envolvida, começa a empregar mão de obra nas atividades do sítio.

Para Emerson, a Casa do Adubo foi fundamental para que o sonho tornasse realidade. “Tudo que eles pedem para seguir, a gente faz a risca. E sempre colhemos bons resultados. Acima das expectativas”, conta. E essa parceria vai além dos produtos. Porque a família Almeida da Silva também recebe ajuda da equipe técnica. “Os agrônomos da Casa do Adubo prestam muitos serviços à gente, e nos ajudam sempre, de imediato”, diz ele.

Futuro

Agora, o sonho da família é ter as frutas Almeida (marca da empresa) indo para outros países. “Já me chamaram até de doido, quando comecei a plantar mamão. E eu não desisti. Com ajuda da Casa do Adubo, conseguimos mudar a história do mamão formosa na região. Se antes não vendia nada, agora, só a gente produz dez toneladas por semana”, celebra Emerson.

Para ele, a agricultura é tudo. “É o bem-estar da minha família. A maior satisfação que tenho é ver meus irmãos todos bem”.

Família Levinski

“O nosso trabalho familiar nos ajuda a ter mais vontade de vencer na vida. Vontade de crescer juntos.”

Antes de chegarem à região de Colíder, em Mato Grosso (MT), a família Levinski já mantinha uma relação direta com a agricultura no Rio Grande do Sul, no município de Getúlio Vargas, onde moravam. Plantavam trigo, feijão e milho, e ainda cultivavam uva para produção de vinho.

Mas isso foi anos atrás, na década de 1940. Hoje, a família atua em outras áreas e com novos cultivos. Estão em Mato Grosso desde 2012, e a partir de 2014 firmaram parceria com a Casa do Adubo. “A nossa relação é muito boa”, frisa Olavo Levinski.

A família tem na soja seu principal produto de comercialização. Eles também plantam milho e arroz. “Primeiro plantamos arroz. E, no ano seguinte, começamos com soja e milho”, diz Olavo. E a cada ano que passa, a família abre uma área nova, de arrendamento, para plantação.

“Mas os primeiros anos foram bem difíceis. Tudo ficava muito longe. Só tinha armazém, por exemplo, em Sinop. Uns 180 a 200 quilômetros de onde trabalhamos. E tudo que a gente dependia para produzir estava lá”, lembra Olavo. Além disso, quando começaram, ele fazia praticamente tudo sozinho.

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O que ajudou a diminuir as dificuldades, além da infraestrutura necessária já ter se aproximado da região de Colíder, foi a relação da família com a agricultura. Todos trabalham com a terra. Ao todo, são sete: o senhor Olavo, ao lado da esposa, senhora Genecir; além dos três filhos, a começar pela filha mais velha, Camila, casada com Érico; o filho João Carlos, casado com Cristina; e o Alan, filho mais novo. “Ele, agora, de dois anos pra cá, também está na atividade conosco, e ainda segue estudando”, conta Olavo.

Enquanto Olavo cuida da lavoura, o João Carlos, junto com o Érico, cuida da parte administrativa. Já o Alan vem ajudando mais com o maquinário. “A família se completa”, resume ele. “O nosso trabalho familiar nos ajuda a ter mais vontade de vencer na vida. Vontade de crescer juntos”. E nessa relação familiar, ainda há a presença da Casa do Adubo. “É uma empresa parceira, que nos facilita crédito e ainda disponibiliza o pessoal técnico para ajudar na lavoura. Só temos a agradecer”, comenta Olavo.

Família Kemerich

“A gente vive praticamente 24 horas no campo. E não temos outro caminho. A agricultura é tudo! É 100% para nós”

Há mais de 40 anos, a Família Kemerich planta soja e milho, na região de Nova Xavantina, em Mato Grosso (MT). Recentemente, iniciaram o cultivo de gergelim, e estão animados com o novo produto. Contando, sempre, com a ajuda da Casa do Adubo para tudo que precisam.

A relação com a agricultura dessa família começou ainda no Rio Grande do Sul, na cidade de Carazinho. Como conta Ricardo Kemerich, foi o pai dele, o senhor Vilmar, quem começou a mudança.

“Meu avô, que se chamava Otávio Kemerich e era alemão, começou a plantar ainda no Sul. Ele e meu tio seguiram os passos do pai deles, plantando soja, milho e trigo. Até que os dois venderam suas terras, por lá, e vieram para Mato Grosso, junto com meu avô. Isso em 1977”, lembra Ricardo.

Em novas terras, começaram com o plantio de arroz, até chegarem à soja. O milho, por sua vez, não é colhido todo ano; e, mais recentemente, investiram no cultivo de gergelim. “Foi nossa primeira safra. Plantamos por acaso. Um rapaz tinha sementes e vendeu para outro rapaz que repassou para nós. Deu muito certo e já incluímos na plantação para a próxima colheita”, conta Ricardo.

Ele nasceu em Mato Grosso, enquanto o irmão Beto já chegou à região com sete anos de idade. Hoje, os dois, com a inspeção do pai Vilmar, administram as produções. É a terceira geração de agricultores na família.

“Meu irmão já tem o pedaço de terra dele. Eu estou com meu pai, com a outra parte. Mesmo assim, seguimos nos ajudando. É como se fosse uma cooperativa familiar. A gente compra, vende e cresce junto”, explica.

Ricardo conta que segue aprendendo com o pai e com o irmão. “Fico em cima deles”. Eles vêem na agricultura a sua faculdade. Aprenderam com a terra. Afinal, são eles que fazem tudo: plantam, colhem e vendem. “A gente vive praticamente 24 horas no campo. E não temos outro caminho. A agricultura é tudo! É 100% para nós”, defende.

Mas a família também conta com a parceria da Casa do Adubo nesse crescimento. “A Casa do Adubo é uma parceira forte, que está chegando e que veio para ajudar. São muitos produtos disponíveis, que já estavam no mercado e que não chegavam até aqui. É uma empresa que se aproxima cada vez mais e com muita propriedade”, conta Ricardo.

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O outro reforço é a quarta geração da família. O filho de Beto, Rodrigo Kemerich, já está ajudando na plantação. O que ajuda a pensar no futuro. “Estamos começando com o gergelim e pode ser um caminho mais adiante. E também abrimos mais áreas para plantio. Nossa produção está crescente e vem desenvolvendo junto com a região. Estamos com nova tecnologia, modernizando tudo”, conta Ricardo.

Essas mudanças explicam a diferença no volume atual da produção da família Kemerich. Se há quatro ou cinco anos, eram colhidos cerca de 50 sacos, por hectare; hoje, algumas áreas de plantio deles já passam dos 70 sacos. Esse crescimento faz prever outro tipo de ajuda que a Casa do Adubo tem a oferecer para a família. “A parceria com a Casa do Adubo é tão grande que já pensamos, mais à frente, de contar com a assessoria especializada que a empresa oferece. Ela com certeza vai trazer ainda mais qualidade para a nossa produção”, diz.

Família Gava

“Sem agricultura não teríamos nada. É ela quem manda, é o nosso carro chefe.”

O senhor Luiz Gava nasceu em Barbacena, interior de Minas Gerais, na propriedade do seu pai, o senhor Ângelo Gava. Mas a relação da família com a agricultura começou com a chegada do avô Pietro Gava, da Itália, em 1888. Foi com a terra que sua família cresceu – e cresce até hoje, ainda mais com a ajuda da Casa do Adubo nessa última década.

O pai, senhor Ângelo, que era agricultor desde criança, se mudou para a região de Galego em 1925, quanto tinha 20 anos de idade. Lá no começo, a plantação era de milho e de feijão. Até que Seu Ângelo começou um pequeno pomar de frutas.

O patriarca teve 11 filhos, sendo que dois, incluindo Seu Luiz e o irmão, Henrique Gava, seguem trabalhando com a agricultura. Mas a quarta geração já assumiu os trabalhos da família, e dividem as responsabilidades da plantação. Luiz Ângelo e Cláudio Marcelo, filhos do Seu Luiz; além de Rogério Henrique, filho do Seu Henrique, e Irani Celso (sobrinho deles, filho da irmã Dejanira Gava) estão cuidando dos negócios.

Ele e o irmão, Seu Henrique, seguem no comando da produção; mas os filhos e sobrinho vão ganhando espaço aos poucos. “Cada um tem sua responsabilidade. Um é responsável pelo sistema de poda, outro na parte de máquina. Tem um que cuida da parte comercial e outro sobrinho que ajuda na administração de funcionários”, explica Luiz Gava.

Mas a produção de frutas, iniciada lá pelo senhor Ângelo, décadas atrás, só passou a ter maior produção a partir da década de 80, quando a família começou a ampliar o pomar. Antes, eram as produções de abóbora e de tomate que tinham mais peso.

Preocupados com a diversificação, eles ampliaram o pomar e, assim, o período de colheita. “A gente colhe o ano inteiro. Só de pêssego são 14 variedades. Ainda tem maçã, caqui, atemoia, goiaba e ameixa”, cita Seu Luiz. E a produção da Chácara da Mantiqueira segue avançando, tendo como foco a produção de fruta de mesa, vendida principalmente para os mercados de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Belo Horizonte (MG), e com transporte próprio para entrega.

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A propriedade é tão conhecida, que constantemente realiza o “Dia de Campo”, recebendo produtores de vários lugares do país para troca de experiências e aprendizados, com a participação também de pesquisadores e instituições, incluindo a Casa do Adubo, para contribuírem com o desenvolvimento do campo, buscando por soluções sustentáveis e de novas tecnologias. “São 40 anos de muito trabalho”, argumenta Seu Luiz.

Não seria diferente, para ele, dizer que a agricultura representa tudo para a Família Gava. “Sem agricultura não teríamos nada. É ela quem manda, é o nosso carro chefe. E é para a gente e, também, para as famílias dos nossos funcionários”, constata.

Ver a quarta geração tocando o barco é o que motiva Seu Luiz a seguir trabalhando. E ele sabe que pode contar com o apoio da Casa do Adubo. “A gente tem uma relação muito boa, principalmente nos produtos da parte de defensivos. A Casa do Adubo é uma grande parceira na produção”, afirma.

Família Ferreira

“Se fiz algo na vida, para cuidar da minha família, foi com o café”

Há mais de 100 anos, a Família Ferreira mantém uma relação direta com o plantio do café. São quatro gerações, todas conectadas com a agricultura. Seu Manoel Antonio Ferreira (93) tinha apenas 12 anos quando chegou à Santo Agostinho, em Manhuaçu (MG). Isso foi em 1939. A família sempre foi de trabalhar com plantação de café. Assim começaram com o pai de Seu Manoel, o senhor Bernardo Antonio Ferreira, e assim seguem, até hoje, com seus filhos e netos.

Segundo Seu Manoel, foi depois de se casar com Amires Barroso de Souza, de quem é viúvo há seis anos, que os dois se mudaram para Cabeceira de Santana. “Tudo começou simples. A gente colher 200 sacos de café já era muito”, diz ele.

Nesses anos todos, o casal teve 14 filhos. Hoje, as terras de Seu Manoel estão com eles, mais exatamente com três: Bernardo Ferreira, Rubens Ferreira e José Matos Ferreira. E todos seguem na produção do café. “Eu me sinto muito bem. Meu pai gostava de café, minha mãe, e minha esposa era louca por café. Eu também gosto muito”, comenta Seu Manoel.

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Cada um desses filhos ficou com um pedaço de terra, o que chega a 60 alqueires. Mas a produção não para de crescer, e Bernardo, Rubens e José Matos começaram a comprar mais terra, tudo para o plantio. E a relação com a Casa do Adubo começou a ficar cada vez mais próxima. “Tem ano que eles colhem mais de 18 mil sacos de café, e muito tem haver com o melhoramento no plantio”, conta o patriarca, orgulhoso. E é café com qualidade para exportação.

A ajuda da Casa do Adubo foi importante para essa mudança. “Antes da Casa do Adubo, o café produzia pouco. Foi depois da chegada deles na região, que a gente melhorou muito no plantio. Aprendemos bastante e os produtos de qualidade da Casa do Adubo ampliaram a nossa produção”, diz Seu Manoel.

Mas pra conseguir manter a família unida e presente no agro, ele teve que trabalhar muito. “Eu capinei café, eu carreei com carro de boi, eu trabalhei com caminhão. Mexi com leite, também. Tinha muita vaca, mas era pouco leite”, lembra o patriarca.

E sempre tendo, no café, a sua escola. Seu Manoel, assim como os filhos, estudaram poucos anos. “A maioria foi até a quarta série”, conta. Ele, mesmo, vê na agricultura tudo que aprendeu. “Na escola, aprendi o ‘a, e, i, o, u’. Mas sempre fui bom de conta. A gente aprende, muito, com o café”, diz Manoel Antonio Ferreira.

Futuro

Entre os netos, dois estão estudando agronomia, com a quarta geração já se preparando para dar continuidade à produção. “Nosso desejo é que todos retornem para a lavoura”, diz o avô. Afinal, para ele, sem o café não existia nem a família. “Porque se fiz algo na vida, para cuidar da minha família, foi com o café”, resume.

Família França

“O café é vida, dinheiro, paixão. É o sustento de três gerações. É o agro quem movimenta nossas vidas”.

A relação da Família França com a cafeicultura é antiga. Começou com o Seu Toufik França, hoje com 83 anos. Essa paixão pelo agro vem do pai dele, o senhor Abílio França, que era produtor de gado de corte e de gado de leite, e também já plantava, principalmente milho (grão). Mas foi o avô Toufik, como nos conta a neta Marina França, quem começou a plantar café.

“Ele começou seguindo os caminhos do pai, meu bisavô. Trabalhava com gado de corte e de leite, além do milho. Foi com a troca de seu Fusca em uma gleba de terras que ele começou com a cultura do café”, diz a neta.

Aos poucos, seu Toufik começou a obter sucesso e rentabilidade. Casado com a senhora Maria Regina, teve os filhos Gilberto, Leonardo e Adriana. Ao passar dos anos, foi ampliando a plantação de café, até Gilberto e Leonardo começarem a assumir o controle da produção. Eles foram crescendo no ramo e aperfeiçoando o plantio. Deixaram de lado o gado leiteiro e cresceram na cultura do café.

Hoje, apesar da produção ainda ser comandada pelos dois irmãos, os filhos Carlos Eduardo e Marina, de Gilberto; e Mario Victor, de Leonardo, também trabalham na produção familiar.

Marina, que é administradora e técnica em cafeicultura, é casada com o engenheiro agrônomo Jean, que também ajuda no cultivo. Uma família que chega a terceira geração de produtores de café arábica, comercializado em grãos por meio de exportadoras e cooperativas. “Eu ajudo mais na parte de assistência técnica, em recomendações, nas cotações e nas vendas, ao lado de meu marido”, explica ela.

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A sua formação foi escolhida especialmente para contribuir com a produção da família, sempre no intuito de seguir com a cafeicultura, ajudando nas partes financeiras e técnicas. Foi ela quem aproximou a família da Casa do Adubo. “Tudo começou quando a empresa resolveu vir para Passos (MG)”, lembra.

E essa parceria segue até hoje. O marido Jean também é cliente assíduo da Casa do Adubo. Afinal, o que a família mais busca, agora, é por inovação. “Com o aumento gradativo de área, pensamos em melhorias nas estruturas de secagem e beneficiamento. Buscamos por um café com qualidade, visando um novo conceito em secagem, assim como a mecanização de algumas áreas. que ainda são manuais”, cita Marina.

E pensar que o café, na qualidade de hoje, já é exportado para vários países, principalmente para a Alemanha. Essa busca constante por aperfeiçoamento e crescimento já contribuiu, por exemplo, para que a produção chegasse, hoje, a ocupar 96 hectares de terra. “Essa nossa parceria com a Casa do Adubo é muito forte, e também nos ajuda a crescer, principalmente pela eficiência nas vendas e no planejamento das entregas”, diz ela.

E não é atoa que a Família França preza por qualidade, em todos os momentos. Afinal, para eles: “O café é vida, dinheiro, paixão. É o sustento de três gerações da nossa família. É o agro quem movimenta nossas vidas”, afirma Marina.

Família Marin

“Nossas vidas estão envolvidas com o café. É uma atividade muito gratificante. Está enraizado na família, não tem como sair”

Falar de cafeicultura, no Norte do Espírito Santo, é falar da Família Marin. O empresário Jair Marin, pai de Jacíely e de Joçair José, é referência na região. E com a ajuda do genro Washington Bortolotti e do neto Gustavo, administram terras nos municípios de Linhares, São Mateus e Jaguaré. Eles têm na cafeicultura sua principal atividade agrícola e mantêm uma relação de fidelidade com a Casa do Adubo.

“A família do meu sogro é grande. São oito irmãos”, conta Washington. “Eles trabalhavam com serraria e começaram a comprar algumas terras, pela região. Meu sogro seguiu ampliando sua atuação na agricultura, e hoje investe mais na plantação de café, em especial o conilon, com qualidade para exportação”.

A família também trabalha com seringa, na criação de gado e, ainda, na avicultura. Plantam, inclusive, cacau e pimenta do reino. “O maior é o café. Só em uma propriedade temos mais de 100 mil pés”, conta Washington.

Atualmente é ele, o genro de Seu Jair, quem administra as propriedades da família. Além de cuidar das próprias lavouras. Washington ainda tem como companheiro de trabalho, três vezes por semana, o filho Gustavo. “Ele é formado em Nutrição, e também atua nessa área. Mas gosta de nos ajudar com os negócios. O café envolve toda a família”, diz. É a terceira geração começando a assumir os passos dessa trajetória.

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A esposa, Jacíely, é responsável pela parte mais burocrática, com contratos e serviços administrativos. Trabalha no escritório da família Marin, ao lado do pai, Seu Jair. Seu outro filho, Joçair José, é sócio de Washington em outra fazenda, no município de Jaguaré, onde têm 300 mil pés de café. “Todos nós trabalhamos juntos, mesmo cada um tendo um negócio próprio, acaba que toda a família se envolve”, explica.

É na agricultura que a família encontra sua maior conexão. “O café, hoje, é um todo. Nossas vidas estão envolvidas com o café. É uma atividade muito gratificante. Está enraizado na família, não tem como sair”, explica Washington.

Nos últimos 15 anos, essa relação ficou ainda mais forte. Isso porque a família investiu em tecnologia, deixou a produção ainda mais profissional, e agora colhe os frutos de tanta dedicação. “A parceria com a Casa do Adubo é direta, com toda a tecnologia adotada na íntegra do plantio. Temos um profissional, que trabalha conosco, e ainda contamos com a equipe técnica da Casa do Adubo, que nos ajuda a atingir a alta produtividade”, comenta o empresário.

A relação com a Casa do Adubo é tão próximo, que a família a vê como uma grande parceira. “Fazemos, juntos, um trabalho constante. Todo o material que precisamos, nós procuramos na Casa do Adubo e fazemos um contrato para aplicar os produtos na lavoura; e a cada ano renovamos essa parceria, porque é muito boa. É fidelidade um pelo outro”, diz Washington.

Família Grilo

“O café e o leite são a nossa segurança. Uma hora é um que nos segura, ou o outro que traz a tranquilidade. É a nossa vida”

A Família Grilo já trabalha com a agricultura há um século, como conta Luiz Américo Grilo. Ele e os irmãos – Paulo Fernando, João Antônio, José Francisco e José Geraldo – seguem cuidando do trabalho iniciado pelo pai, senhor Geraldo Grilo. Mas tudo começou mesmo com o bisavô, Seu Biajo, depois de chegar da Itália; e foi mantido pelo avô de Luiz, o Seu João.

O trabalho da família, hoje, é principalmente na produção do café e do leite, com a Casa do Adubo contribuindo em todos os passos, há mais de 15 anos. A família atua na cidade de Varre-Sai (RJ). Mas quem começou a plantar café foi o Seu Geraldo, lá nas nos de 1960 e 1970. Até chegar o momento de passar tudo para seus cinco filhos.

Com a plantação do café arábica, tipo sete, cada filho segue cuidando do seu pedaço de terra. E, apesar de trabalharem separados, a união familiar segue forte. “A gente sempre está junto. Compra e vende juntos. Até na colheita a gente se ajuda”, explica Luiz. O pai, que hoje não trabalha mais, ainda gosta de contribuir. “A gente nunca vai deixar ele de lado”, diz.

Aos poucos, a produção vem crescendo. Só em 2020, por exemplo, foram 12 mil sacas de café. “E vai crescer muito mais. Ainda temos muito projeto pela frente”, reforça Luiz. O grão é vendido, principalmente, para os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo.

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Mas, além do café, também tem a produção de leite – iniciada pelo pai, Seu Geraldo. “Ele sempre falava: tem que ter o café com leite. E está funcionando. Todos nós, eu e meus irmãos, temos gado”, cita Luiz.

E, assim como o café, a produção de leite também está crescendo. Hoje já são 4 mil litros por dia. “Onde não dá para produzir café, estamos com pasto para leite”, explica. E, nas duas produções da família, com contribuição direta com a Casa do Adubo. “É uma parceria grande, de anos, e que fortalece cada vez mais. Meu irmão Paulo foi até a Casa do Adubo para comprar um produto e, de lá pra cá, seguimos sempre juntos, em tudo. Tanto na cafeicultura quanto na pecuária de leite”, reforça Luiz.

Essa produção tem, na ajuda da quinta geração – os filhos dos irmãos de Luiz – o reforço fundamental para o crescimento. “O meu (filho) mais novo tem 12 anos ainda e já quer nos ajudar, mas meus sobrinhos já estão no trabalho. O João tem dois filhos no ramo da lavoura, enquanto o Paulo e o Geraldo já têm três, cada um”, conta Luiz.

Tanto envolvimento familiar, na agricultura, tem uma explicação: “O café e o leite são a nossa segurança. São nossas duas fontes de renda. Uma hora é um que nos segura, ou o outro que traz a tranquilidade. Duas produções que aprendemos e que vêm funcionando bem. Estamos produzindo mais e comprando mais terra. É a nossa vida”, resume Luiz.

Família Covre

“É desejo de todo pai que os filhos continuem o legado da família, além disso, essa transição é muito oportuna.”

A primeira loja com o nome Casa do Adubo data da década de 1970, mas a história dessa Empresa é bem mais antiga: começou em 1937, quando Emílio Chiabai e os irmãos, Ivo e Raymundo, decidiram abrir um negócio em família. Era um mercado atacadista, que levava o nome de Irmãos Chiabai, e buscava oferecer aos moradores de Afonso Cláudio, no interior do Estado do Espírito Santo, aquilo que ainda faltava em produtos ao Município.

Começaram vendendo de tudo: “secos e molhados”, utensílios de cozinha, material de limpeza. A cada necessidade percebida, um novo produto entrava no catálogo, até que em meados de 1950, tiveram acesso ao fornecimento de produtos ligados ao agronegócio. Na mesma proporção em que a Empresa expandia as possibilidades de venda, a família também estava crescendo: a filha de Emílio, carinhosamente chamada de “Filhinha Chiabai”, casou-se com Estevão Covre, um ex-combatente do Exército Brasileiro, que adentrou na sociedade, majorando investimentos e, futuramente, assumindo o comando da, até então, Irmãos Chiabai.

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Em 1973, foi a vez dos filhos deste casamento, Nicolau e o irmão João Bosco, assumirem os cuidados da Empresa da família, tendo sido neste mesmo ano que a razão social mudou, oficialmente, para Casa do Adubo. Nessa transição, ano a ano, o Agro ganhava espaço, tendo em 1986, tornado-se a alma do negócio. Foi uma boa aposta, relembra Nicolau: “Nosso negócio é o Agro, nós respiramos o Agro. Nós gostamos de ajudar e de ver o produtor satisfeito com o resultado, ganhando dinheiro. O nosso retorno é consequência daquilo que a gente promove para o produtor”.

Foram quase 40 anos dos 2 irmãos à frente da Empresa familiar, sempre marcada pela presença no ambiente do agronegócio e pela troca de bastão entre as gerações. “É desejo de todo pai que os filhos continuem o legado da família, além disso, essa transição é muito oportuna”, ressalta Nicolau.

Em 2012, a Empresa ganhou uma cara nova: chegou a vez dos filhos e sobrinhos da Família Covre (e Bento, pela entrada do cunhado, ainda em 1977, José Carlos Bento), que já participavam dos processos, mas ainda não tinham assumido cargos de liderança dentro da Companhia. Tomarem a frente da Empresa com novas ideias e formatos de trabalho. O processo de transição aconteceu após o falecimento, inesperado, de José Carlos Bento.

“Depois do falecimento do "tio Zé”, como era carinhosamente chamado pelos sobrinhos, toda a família reuniu-se para preparar a Empresa para a chegada da quarta geração. Desenhamos um novo modelo de negócios, mais alinhado com as práticas do mercado, Fomos deixando de ser uma empresa com processo decisório familiar, para trabalhar com governança, porém sem perder o DNA de empresa familiar”, explica Raphael Covre, Diretor Presidente do Grupo Casa do Adubo, que hoje divide a gestão com o primo, e Diretor Comercial, Estevan Covre Bento.

"Desenhamos um novo modelo de negócios, mais alinhado com as práticas do mercado, fomos deixando de ser uma empresa com processo decisório familiar, para trabalhar com governança, porém sem perder o DNA de empresa familiar", afirma Raphael Covre, atual CEO do Grupo Casa do Adubo.

Desde o início dessa trajetória, já se passaram mais de 80 anos. Ao olhar para o passado, a quarta geração da Casa do Adubo reconhece a importância do agro na história da família. “O agro significou a transformação da Empresa. Nós nunca fomos produtores rurais na essência, não atuamos produzindo “da porteira para dentro” como atividade, mas sempre tivemos um comércio voltado para o agro, seja parcialmente até 1973, ou com foco total a partir de então. Somos o mercado do produtor rural, e isso acabou sendo uma fortaleza, nos ajudando nessa jornada de Empresa resiliente em um mercado resiliente”, comemora Raphael.

Atualmente, em 2020, a Casa do Adubo está presente em 10 Estados brasileiros, com 33 lojas “gerando empregos, riquezas e felicidade para os produtores rurais”, finaliza Nicolau que, pelo lado da família fundadora, hoje compõe o Conselho de Administração do Grupo, juntamente com as Conselheiras Brunella Covre Bento e Andréa C. Barcellos Covre.

Família Corrêa

“A gente vive o agro, a gente respira o agro. O agro pra gente é tudo e mais um pouco”

Da produção de cacau até chegar à pecuária e à soja. Há décadas a família Corrêa trabalha com a agricultura, com o senhor Jairo Corrêa começando os trabalhos. Inspirado na plantação de cacau, de seu pai, aos poucos foi assumindo o gosto pelo agro. Da pequena mercearia, comprou o primeiro pedaço de terra, e nunca mais parou.

Os primeiros passos foram com a plantação de cacau e de feijão, além da criação de gado. Jairo também trabalhou no comércio de grãos, comprando e vendendo para todo o Brasil. E foi por meio da pecuária, com gado de corte, que a família expandiu sua relação com o agro. Hoje, além das terras em Linhares (ES), a família Corrêa também trabalha no estado de Rondônia, com produção voltada para frigoríficos, em especial para exportação. E conta com uma ajuda especializada da Casa do Adubo para fortalecer os negócios.

A filha mais velha, Geovana Corrêa, lembra bem de todo o processo. Desde adolescente dividia seu tempo entre a escola e o escritório do pai. “Nossa relação de trabalho familiar é muito forte. Eu cresci trabalhando com meu pai”, conta.

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Hoje praticamente toda a família ajuda na administração dos negócios. Geovana, formada em Ciências Contábeis, é responsável pelo setor administrativo-financeiro. Os irmãos Jairo Júnior, formado em Direito, e Juliana, formada em Administração, também atuam na empresa da família. Até o filho mais velho de Geovana, o Murilo, começou a ajudar. “Ele está sempre ajudando a gente, desde pequeno”, conta ela.

A relação da família é toda construída com a agricultura e a pecuária. E pelo o que a Geovana diz, não poderia ser diferente. “A gente vive o agro, a gente respira o agro. O agro pra gente é tudo e mais um pouco”, enfatiza. E muito dessa vida está nas inspirações do senhor Jairo. “Meu pai tem 69 anos, mas a mente é de 30. Ele não para de querer inovar e de querer mais. Tudo que aprendeu foi na prática, com a experiência que adquiriu ao longo da vida. E isso nos motiva”, diz ela.

Nesse meio familiar, a relação com a Casa do Adubo se tornou cada vez mais próxima. Já são anos dessa parceria, que vem dando certo. “É mais que relação entre empresas. Não somos clientes, somos parceiros. Crescemos juntos, ajudando um ao outro, tanto em Rondônia quanto no Espírito Santo”, revela Geovana.

E, agora, a família Corrêa se estrutura para dar continuidade a toda essa criatividade produtiva iniciada pelo senhor Jairo. Apesar de ver o pai como o alicerce, Geovana entende que caminhando juntos eles seguirão avançando. “Nosso dever, de hoje, é dar seguimento a tudo que foi construído por nosso pai. Além de aprendermos cada vez mais”.

Família Thezolin

“O café sempre representou para nós uma sobrevivência e uma maneira de criar a família, de educar os filhos e de seguir adiante”

A Família Thezolin é produtora de café arábica. Trabalham no distrito de Piaçu, no município de Muniz Freire (ES). A história da família com o café começou nas mãos do senhor Zaedis Thezolin, quando chegou à região no início da década de 60. Já são mais de 50 anos envolvidos com a cafeicultura, com o primeiro pedaço de terra adquirido em 1967. E a parceria com a Casa do Adubo foi fundamental para contribuir com o crescimento da produção familiar.

Dos sete filhos – Luiza Helena, Tania Maria, Andreia Cristina, Zaira Virgínia, Márcio, Magnos e Máximo – este é quem mantém a tradição da família com a cafeicultura. “Foi natural eu me aproximar da cafeicultura. Desde criança andava junto com meu pai. E para onde ele ia, me levava junto. Foi por prazer”, diz Máximo.

Foi por meio do aprendizado diário, que tinha com o pai, que Máximo foi conhecendo cada vez mais sobre o cultivo do café. “Eu tive e ainda tenho todo o apoio dele. Nosso pai sempre nos permitiu trilhar nosso próprio caminho, cada filho. O que quisesse, estudar ou trabalhar, ele apoiava. Para mim, o maior estudo foi no dia a dia, e com a convivência ao lado dele”, diz.

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E foi dessa forma, num trabalho mútuo e constante, que a segunda geração da família começou a assumir os rumos dos negócios na cafeicultura. Para Máximo Thezolin, muito do que a família produz, atualmente – com média de oito mil sacos da café arábica, para exportação, por ano – também tem contribuição da Casa do Adubo. “Ela nos oferece uma gama de opções. Além de produtos de qualidade, que ajudaram a mudar a nossa relação com a lavoura, a Casa do Adubo ainda contribui com o nosso crescimento pessoal, com palestras e cursos que ajudam na nossa formação”, diz.

Para os próximos anos, e na conversa que mantém diariamente com o Seu Zaedis, Máximo pensa em ampliar a plantação. “Temos áreas ociosas, e sempre está no nosso pensamento de que precisamos usufruir delas. Estamos buscando por novas tecnologias e aprendendo com outros produtores para seguir crescendo”, comenta. Além da presença de sempre da Casa do Adubo. “Estão sempre dispostos a nos ajudar, e podemos contar com eles para tudo. A Casa do Adubo é uma grande parceira”, reforça.

A cada ano a família avança um pouco mais, na lavoura. Plantam, renovam e seguem com a colheita. “O café sempre representou para nós uma sobrevivência e uma maneira de criar a família, de educar os filhos e de seguir adiante”, diz Seu Zaedis. Para Máximo: “o café dá a garantia de sobrevivência, com um conforto a mais, e até um convívio social maior”.

E sobre uma nova geração da família, no comando, Máximo acredita que alguns sobrinhos – os filhos dele ainda são muito novos – já demonstram que podem dar continuidade à produção. Em especial a sobrinha Ana Clara, filha da irmã Andreia Cristina. “Ela se formou em Agronomia e já vem trabalhando com a gente. Mas sabemos que esse futuro também vai depender do que o café vai nos oferecer”, diz ele.

Credits:

Arquivo Casa do Adubo