Influências Revolucionárias O modo de vida em Londres e suas influências no mundo após as Revoluções Inglesas.

Mapas de Londres no Século XVII

Figura 1.1: Mapa de Londres

http://paleonerd.com.br/2015/09/18/a-vida-em-londres-no-seculo-xvii/

Figura 1.2: Mapa de Londres com legenda

http://pt.freeimages.com/premium/map-of-london-in-the-17th-century-14983

Mapas de Londres no século XVIII

Figura 2.1: Mapa de Londres urbano

http://urbanidadeslondres.blogspot.com/2012/03/mapas-de-londres-ok.html

Figura 2.2: Mapa da evolução de urbanização de Londres

http://urbanidadeslondres.blogspot.com/2012/03/mapas-de-londres-ok.html

Mapas de Londres no século XIX

Figura 3.1: Mapa de Londres na margem do Rio Tâmisa

https://cronicascartograficas.wordpress.com/2008/09/29/mapas-de-londres/

Figura 3.2: Mapa de uma maior evolução da urbanização de Londres

http://urbanidadeslondres.blogspot.com/2012/03/mapas-de-londres-ok.html

Crescimento Populacional de Londres até o século XIX

No século XIV, a capital inglesa possuía um pouco mais de cem mil habitantes. Nos cinco séculos seguintes, a população cresceu consideravelmente por conta do desenvolvimento da industrialização. Em fins do século XIX, Londres possuía uma população estimada em 2,5 milhões de habitantes, para um espaço que não cresceu e se desenvolveu na mesma velocidade que a população crescera, o que gerou mais desvantagens do que vantagens.

O número de habitantes podia até ser grande, mas as ofertas de trabalho não acompanhavam esse número. Milhões de pessoas ficaram desempregadas e desabrigadas, o que deixou Londres com uma imagem feia. Essas pessoas estavam desesperadas por um emprego, o que forneceu uma grande quantidade de mão de obra barata, favorecendo a Revolução Industrial. Porém, nem todo mundo era qualificado para trabalhar em uma indústria, então, para sobreviverem, tiveram que optar pelo roubo ou pela prostituição, dando aos moradores medo de andar nas ruas no período da noite.

Figura 4.1

http://educacao.globo.com/geografia/assunto/urbanizacao/urbanizacao-mundial.html

Figura 4.2: gráfico do mundo sobre urbanização

http://educacao.globo.com/geografia/assunto/urbanizacao/urbanizacao-mundial.html

Figura 4.3

http://educacao.globo.com/geografia/assunto/urbanizacao/urbanizacao-mundial.html

São Paulo nos séculos XIX e XX

Fonte: http://www.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/tde_arquivos/7/TDE-2007-03-14T105857Z-1284/Publico/Anexos%20Karina%20Jorge.pdf Figura 5.1: Mapa de São Paulo de 1810 (FIGURA) FONTE: KARINA JORGE
Fonte: http://www.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/tde_arquivos/7/TDE-2007-03-14T105857Z-1284/Publico/Anexos%20Karina%20Jorge.pdf Figura 5.2: Mapa de São Paulo de 1841 (FIGURA) FONTE: KARINA JORGE
Fonte: http://www.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/tde_arquivos/7/TDE-2007-03-14T105857Z-1284/Publico/Anexos%20Karina%20Jorge.pdf Figura 5.3: Mapa de São Paulo de 1868 (FIGURA) FONTE: KARINA JORGE
Fonte: http://www.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/tde_arquivos/7/TDE-2007-03-14T105857Z-1284/Publico/Anexos%20Karina%20Jorge.pdf Figura 5.4: Mapa de São Paulo de 1881 (FIGURA) FONTE: KARINA JORGE
Fonte: http://www.bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/tde_arquivos/7/TDE-2007-03-14T105857Z-1284/Publico/Anexos%20Karina%20Jorge.pdf Figura 5.5: Mapa de São Paulo de 1890 (FIGURA) FONTE: KARINA JORGE

Crescimento Populacional de São Paulo até o século XX

IBGE lança Estatísticas do século XX

1.1 Entre 1901 e 2000, a população brasileira saltou de 17,4 para 169,6 milhões de pessoas, e 10% desse crescimento se deve aos imigrantes. Ao mesmo tempo, o Produto Interno Bruto do País multiplicou-se por cem, e o PIB per capita, por 12. Enquanto isso, a expectativa de vida de um homem brasileiro subia dos 33,4 anos em 1910 para os 64,8 anos em 2000.

Ao longo do século XX, a taxa média de inflação anual passou de 6% nos anos de 1930 para os 764% entre 1990 a 1995, caindo para 8,6% de 1995 a 2000.

A análise das estatísticas ao longo do século XX permite conclusões surpreendentes sobre, por exemplo, a participação das exportações brasileiras no comércio exterior mundial, que teve seu auge nos anos de 1950, graças ao café. Nos anos seguintes, nossas exportações permaneceram em patamares mais baixos, mesmo depois da industrialização ocorrida nos anos de 1960, devido aos limites da capacidade de produção de nossas indústrias e aos gargalos em nossa infra-estrutura. Os dados também permitem acompanhar a evolução do PIB, as emissões de moeda e os registros sobre empréstimos do sistema financeiro.

1.2 População brasileira decuplicou no século XX

Desde 1970, quando os brasileiros eram "90 milhões em ação" (ou, mais exatamente, 93.139.037, segundo o Censo daquele ano) e a seleção brasileira conseguiu o tricampeonato mundial de futebol, a população do País cresceu 82%. Ao longo do século XX, ela tornou-se quase dez vezes maior: o Censo de 1900 contou mais de 17.438.434 de residentes. Na primeira metade do século, a população triplicou (51.941.767 residentes em 1950) e, na segunda metade, mais que triplicou. Em 2000, já éramos 169.590.693 pessoas.

As taxas médias de crescimento da população brasileira durante o século XX eram de 2,91% ao ano nas duas primeiras décadas e caíram para 1,49% nas duas décadas seguintes. A partir da década de 1940, o ritmo de crescimento da população voltou a se intensificar e atingiu um pico histórico de 2,99% ao ano entre 1950 e 1960, antes de declinar para seu valor mínimo, de 1,63%, na década de 1990. Tudo indica que a trajetória descendente deverá permanecer no futuro, e a taxa de crescimento populacional projetada para 2020 é de 0,71% em média ao ano.

1.3 Imigrantes contribuíram com 10% do crescimento populacional brasileiro

Durante as quatro primeiras décadas do século XX, o crescimento natural da população brasileira (saldo entre nascimentos e mortes) era de 19 por mil, enquanto a contribuição da imigração no mesmo período pode ser estimada em 2 por mil. Em outras palavras, 10% do crescimento populacional do período se deve à migração de estrangeiros que, na verdade, iniciou-se no século XIX, após a abolição formal da escravatura e a decorrente carência de mão-de-obra agrícola. Em 1934, o governo estabeleceu um sistema de cotas para controlar a entrada de imigrantes. Assim, a partir da década de 1930, a imigração perdeu sua relevância na taxa de crescimento da população brasileira, que teve simultaneamente à redução da imigração um aumento muito forte do crescimento natural, especialmente em meados do século.

A imigração contribuiu de forma direta, ou seja, com os próprios imigrantes, e de forma indireta, com seus descendentes, com 19% do aumento populacional brasileiro entre 1840 e 1940. A análise desses números mostra que a imigração não teve a mesma importância no Brasil como um todo que em países como a Argentina, onde a contribuição dos imigrantes, no mesmo período, foi de 58%, ou os Estados Unidos (44%) e Canadá (22%).

1.4 Saúde pública produz forte declínio da mortalidade mundial no século XX

O aumento vertiginoso da população mundial ao longo do século XX resulta basicamente da queda espetacular da mortalidade aliada à manutenção relativa dos elevados níveis de fecundidade. O declínio das taxas de mortalidade foi uma marca do século XX, especialmente nos países desenvolvidos, mas o fenômeno foi especialmente notável na segunda metade do século XX em muitos países em desenvolvimento, entre os quais os da América Latina. Entre as possíveis causas se apontam a vacinação antivariólica e mudanças em saneamento e higiene pública, no impacto significativo sobre certas causas de morte como o tifo e o cólera. Entretanto, aponta-se como provavelmente a característica mais marcante do século XX, mais ainda do que a queda da mortalidade, o fato de que pela primeira vez a fecundidade (ou seja, o número médio de filhos por mulher) tornou-se o elemento responsável pela dinâmica populacional.

http://smdu.prefeitura.sp.gov.br/historico_demografico/index.php

Figura 6.1

http://smdu.prefeitura.sp.gov.br/historico_demografico/tabelas/pop_brasil.php

Figura 6.2

http://smdu.prefeitura.sp.gov.br/historico_demografico/tabelas/pop_evo.php

Figura 6.3

http://smdu.prefeitura.sp.gov.br/historico_demografico/tabelas/pop_dd.php

Figura 6.4

http://smdu.prefeitura.sp.gov.br/historico_demografico/tabelas/dom.php

Figura 6.5

http://smdu.prefeitura.sp.gov.br/historico_demografico/tabelas/pop_urbana.php

Figura 6.6

http://www.abep.nepo.unicamp.br/encontro2006/docspdf/ABEP2006_248.pdf

Figura 6.7

http://www.abep.nepo.unicamp.br/encontro2006/docspdf/ABEP2006_248.pdf

Figura 6.8

http://www.abep.nepo.unicamp.br/encontro2006/docspdf/ABEP2006_248.pdf

Figura 6.9

http://www.abep.nepo.unicamp.br/encontro2006/docspdf/ABEP2006_248.pdf

Características comuns entre Londres do século XIX e São Paulo do século XXI

Londres século XIX

  • Superioridade econômica em relação à outras cidades
  • Desenvolvimento de meios de transporte com estradas de ferro interligando o campo e a metrópole
  • Aumento significativo da população causando "problemas" em relação à mobilidade urbana
  • Crescente êxodo rural
  • Criação do sistema de trem subterrâneo
  • Barateamento da mão de obra e exploração da massa trabalhadora
  • Crescente número de cortiços e poluição visual
  • Crescente número de mendigos e desempregados
  • Aumento da criminalidade
  • Divisão desigual da riqueza

Figura 7.1

Figura 7.2

Imagens que demonstram o espaço, a diferença entre as condições de vida de pessoas com dinheiro entre essas a alimentação e a moradia.

http://londresbynight.forumeiros.com/t1-londres-seculo-xix

São Paulo século XXI

  • Grande economia para o país
  • Cidade super populosa
  • Utilização de meios de transporte e do METRÔ
  • Grande parte da população está desempregada ou vive na rua (mendigos)
  • A periferia de tornou maior e mais comum e os cortiços se tornaram favelas e comunidades
  • Altos índices de criminalidade
  • Desigualdade social muito presente

http://agencia.fapesp.br/pesquisa_faz_diagnostico_de_sao_paulo_no_seculo_21/21357/

Figura 7.3

Imagens que mostram o congestionamento, a periferia e a desigualdade social.

Feito por:

Barbara Corral N4 2E

Giulia Vendramini N15 2E

Luiza Brandini N24 2E

Tayná Ribeiro N34 2E

Colégio Marista Arquidiocesano

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