Ética Jornalística, Imprensa Marrom, Imprensa cor-de-rosa. Eriberto de Jesus Carvalho

Módulo Único

A Ética Jornalística é o conjunto de normas e procedimentos éticos que regem a atividade do jornalismo. Ela se refere à conduta desejável esperada do profissional. Portanto, não deve ser confundida com a deontologia jornalística ligada à dêontica, a deontologia se refere a uma série de obrigações e deveres que regem a profissão. Embora geralmente não institucionalizadas pelo Estado, estas normas são consolidadas em códigos de ética que variam de acordo com cada país.

Atualmente, o jornalismo oscila entre a imagem romântica de árbitro social e porta-voz da opinião pública e a de empresa comercial sem escrúpulos que recorre a qualquer meio para chamar a atenção e multiplicar suas vendas, sobretudo com a intromissão em vidas privadas e a dimensão exagerada concedida a notícias escandalosas e policiais.

Jornalismo é também definido como "a técnica de transmissão de informações a um público cujos componentes não são antecipadamente conhecidos". Este particular diferencia o Jornalismo das demais formas de comunicação. Atualmente, termo Jornalismo faz referência a todas as formas de comunicação pública de notícias e seus comentários e interpretações.

O tipo de jornalismo de ética duvidosa ou contestável é chamado de imprensa marrom.

Imprensa marrom é uma expressão pejorativa utilizada para se referir a veículos de comunicação (principalmente jornais, mas também revistas e emissoras de rádio e TV) considerados sensacionalistas, ou seja, que buscam elevadas audiências e vendagem através da divulgação exagerada de fatos e acontecimentos, sem compromisso com a autenticidade. É o equivalente brasileiro e português do termo em língua inglesa "yellow journalism". Em ambos os casos se registram transgressões da ética jornalística.

Nos Estados Unidos, a expressão “yellow press” surgiu por causa do personagem de histórias em quadrinhos “The Yellow Kid”, criado por Richard Felton Outcault e um dos focos da disputa entre os jornais New York World e New York Journal American. Como as duas publicações se destacavam também pela competição levada às últimas consequências, os críticos começaram a se referir a ambas como "imprensa amarela".

A expressão acabou se estendendo a outros jornais que se utilizavam dos mesmos expedientes do New York World: manchetes em letras garrafais, grandes ilustrações e exploração de dramas pessoais.

No Brasil

Há diferentes versões para a mudança de cor na tradução da expressão para o português. Segundo Alberto Dines, o conceito foi utilizado pela primeira vez no Diário da Noite, em 1960. Ao noticiar o suicídio de um cineasta, ele escreveu que a tragédia era resultado da atuação irresponsável da "imprensa amarela". O suicida havia sido vítima de chantagem por parte da revista Escândalo. O chefe de reportagem Calazans Fernandes, então, mudou para "imprensa marrom", alegando que o amarelo é uma cor alegre, enquanto o marrom seria mais apropriado por ser a cor dos excrementos.

No entanto, Márcia Franz Amaral sustenta que a expressão é tradução de "imprimeur marron", que é como se chamavam na França os jornais impressos em gráficas clandestinas.

Uma terceira interpretação é de que no Brasil a cor marrom seria identificada com clandestinidade e a ilegalidade, de forma racista, desde o século XVII, por associação aos escravos fugidos ou em situação ilegal no país.

Características

Embora "imprensa marrom" seja normalmente considerada o equivalente da "yellow press" norte-americana, Leandro Marshall propõe uma diferenciação. Para ele, a imprensa amarela seria uma fase anterior, marcada pelo sensacionalismo, com fatos sendo exagerados nas páginas de jornais apenas com o objetivo comercial de atrair mais leitores. Já a imprensa marrom seria mais caracteristicamente definida como a manipulação da notícia com fins políticos.

Outros autores, porém, argumentam que o escândalo, a intriga política e a chantagem já faziam parte dos métodos utilizados pelos primeiros jornais sensacionalistas.

Norbert Bolz aponta como principal característica desse tipo de jornalismo a comunicação direta, que abre mão de qualquer abordagem mais complexa sobre o mundo.

Imprensa rosa ou Imprensa cor-de-rosa é o nome que se dá, genericamente (e principalmente na Europa), aos veículos de imprensa especializados em cobrir o cotidiano das pessoas, sejam celebridades ou gente comum, bem como à especialização da profissão jornalística em hábitos de comportamento.

As chamadas revistas de celebridades são focadas na vida íntima de pessoas conhecidas na sociedade, como membros da elite, milionários, figuras do chamado Jet-set, atores e atrizes de TV, cantores, músicos, cineastas e artistas em geral. Às vezes, estas revistas são criticadas por fazerem sua cobertura de forma intrusiva e cometer invasão de privacidade de pessoas que, embora famosas, não querem ter sua intimidade devassada. Muitos personagens, por outro lado, se oferecem para dar entrevistas e posar para fotos, compactuando com o chamado "culto à celebridade".

No Brasil, as mais famosas são a revista Caras, VIP, Quem, ISTOÉ Gente e Contigo!. Em Portugal, são famosas as revistas Caras, "Vip, "Maria e "Nova Gente.

Na França, uma revista típica é a Point de Vue , especializada em personalidades das casas reais e dinásticas européias.

A Coluna Social é uma seção típica de grandes jornais e costuma trazer notas e fotos sobre personalidades da elite (de uma cidade, região ou país). Não raro, colunas sociais são criticadas por alimentarem boatos, rumores e fofocas. Além dos jornais, as colunas sociais também costumam ser bastante empregadas na televisão, através de programas em que os repórteres, ou até mesmo o próprio apresentador, costumam entrar em festas da alta-sociedade, entrevistando todas as personalidades presentes em cada evento.

No Brasil, Amaury Jr., Otávio Mesquita, Ibrahim Sued, Ricardo Boechat, César Tartaglia, Heloísa Tolipan, Hildegard Angel, Chris Flores, Márcia Peltier,Sônia Abrão, Ancelmo Gois e Joaquim Ferreira dos Santos são ou foram colunistas sociais famosos.

Em Portugal, alguns dos mais conhecidos colunistas são Cláudio Ramos, José Castelo-Branco, Carlos Castro e Paula Bobone, João Malheiro, Cinha Jardim, Lili Caneças ou José Figueiras.

Em Jornalismo, chama-se de Comportamento o tipo de pauta que aborda hábitos sociais, sejam de consumo, de alimentação, de leitura, de cultura, de entretenimento, de passeios, de viagens ou outros quaisquer. No Brasil, alguns jornais de grande circulação trazem suplementos dominicais focados em matérias de Comportamento, como a revista Domingo (do Jornal do Brasil, pioneira no gênero), a Revista da Folha (Folha de S.Paulo) e a recente Revista O Globo (O Globo).

As editorias de comportamento dos principais jornais diários brasileiros são chamadas de "Domingo" no JB, "Revista da Folha" na Folha de S.Paulo, "Revista O Globo" em O Globo, "Bem Viver" no Estado de Minas, "Domingo" no Diário de Pernambuco, "Revista do Correio" no Correio Braziliense, "Magazine" em O Popular.

Na televisão, alguns canais e programas de referência são o Viva, o GNT Fashion, o Decora Brasil e o Alternativa: Saúde (todos do canal GNT).

A cobertura em Saúde (geralmente, numa perspectiva social e coletiva) envolve doenças, tratamentos, métodos de prevenção, hábitos alimentares e exercícios físicos.

As revistas especializadas da área incluem a Saúde! e Vida Simples, da editora Abril, Corpo a Corpo e Viva Saúde, da editora Símbolo, Cuidados pela Vida, Dieta Já, Atualização Médica, Estilo Natural, Intramed, Maturidade, Percurso, além da extinta Manchete Saúde, da Bloch Editores.

Em editorias de Comportamento ou revistas especializadas, a cobertura de Família pode ser tanto sobre a vida conjunta em família, hábitos domésticos, quanto segmentada por estereótipos de gênero e faixa etária — ou seja, o que fazem a mulher, a criança, o adolescente, o homem e o idoso.

As revistas especializadas nesta área incluem Crescer, da editora Globo, Noivas, Meu Nenê e Gravidez Feliz, da editora Símbolo, além da extinta Pais e Filhos, da Bloch editores.

A cobertura de moda exige conhecimento detalhado sobre vestuário, indumentária, tipos de tecidos e costuras, estilismo, história da arte, estética e design, entre outros. No Brasil, alguns expoentes desta especialização são Iesa Rodrigues, Mara Caballero e Beth Costa.

As revistas especializadas nesta área incluem a Manequim e Estilo de Vida, da editora Abril, Moda Moldes da editora Globo, além da extinta Desfile, da Bloch editores.

Em diversos jornais e revistas, a editoria de Comportamento, Família ou Feminino inclui também a cobertura de gastronomia (inaugurações de restaurantes, novos pratos, festivais, cursos, visitas de chefs estrangeiros e outros eventos relacionados). Às vezes, esta cobertura é associada com a editoria de Turismo, que tem maior oportunidade de conhecer cozinhas estrangeiras. Os veículos também podem praticar a Crítica Gastronômica, em que um prato ou um estabelecimento são comentados por alguns especialistas. No Brasil, a principal crítica nesta área é a jornalista Danusia Barbara. Ver, sobre este assunto, o artigo Crítica.

As mesmas seções podem, ainda, conter indicações de nutricionistas e receitas culinárias para os leitores executarem em casa.

As revistas especializadas da área incluem a Ana Maria e Claudia Cozinha, da editora Abril, Menu, da editora Três, mais Basilico e Gula.

Na televisão, alguns canais e programas de referência são o Menu Confiança (do canal GNT), o À Moda da Casa, o Anonymus Gourmet e o TV Culinária.

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Sensacionalismo é geralmente o nome dado a um tipo de postura editorial adotada regular ou esporadicamente por determinados meios de comunicação, que se caracteriza pelo uso exagerado de determinadas expressões que não correspondem exatamente àquelas utilizadas por quem participou dos fatos, ou por argumentos pessoais dos âncoras (apresentadores), enraizados em expressões pessoais, chulas, e até mesmo preconceituosas, não apresentando qualquer ligação com a realidade. O sensacionalismo, além de caracterizado pelo apelo emotivo e pelo uso de imagens chocantes na cobertura de um fato, também se caracteriza pela capacidade de induzir o telespectador a prender-se a fatos em sua maioria distorcidos, trazendo à tona uma realidade irreal e alterada do cotidiano.

Objetividade

Um princípio comum no jornalismo é o da objetividade, que prega que o texto deve ser orientado pelas informações objetivas, não subjetivas — ou seja, descrevendo características do objeto da notícia, e não impressões ou comentários do sujeito que o observa (no caso, quem redige a matéria). Por exemplo, o texto jornalístico pode conter grandezas (altura, largura, peso, volume, temperatura etc.), propriedades materiais (forma, cor, textura etc.) e descrição de ações, mas não adjetivos e advérbios opinativos ("bom", "ruim", "melhor", "pior", "infelizmente" etc.).

Mais recentemente, no entanto, diversos críticos e profissionais têm refutado este princípio, alegando que, na prática, "a objetividade não existe", pois toda construção de texto é um discurso e uma narrativa em que ocorrem seleções vocabulares influenciadas por ideologias, pela práxis e por outros valores subjetivos.

Estes críticos costumam referir-se a este princípio, desdenhosamente, como o "Mito da Objetividade".

Imparcialidade

A questão da imparcialidade é também central nas discussões sobre ética jornalística. É difícil distinguir textos jornalísticos objetivos do chamado jornalismo opinativo. Jornalistas podem, intencionalmente ou não, cair como vítimas de propaganda ou desinformação. Mesmo sem cometer fraude deliberada, jornalistas podem dar um recorte embasado dos fatos sendo seletivos na apuração e na redação, focando em determinados aspectos em detrimento de outros, ou dando explicações parciais — tanto no sentido de incompletas quanto de tendenciosas. Isto é especialmente efetivo no Jornalismo Internacional, já que as fontes da apuração estão mais distantes para serem checadas.

Verdade e precisão

Todos os Códigos de Ética do jornalismo incluem como valores e preceitos fundamentais do jornalismo a busca da verdade, a veracidade e a precisão das informações.

No Brasil, o Código de Ética da FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), estabelece, no art. 2º, I, que "a divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários" e no art. 2º, II, acrescenta que "a produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos". Por fim, o artigo 4º afirma que "o compromisso fundamental do jornalista é com a verdade no relato dos fatos, deve pautar seu trabalho na precisa apuração dos acontecimentos e na sua correta divulgação" e o art. 7º, que: "O jornalista não pode (...) II - submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação" .

Por sua vez, a Declaração de Princípios sobre a Conduta do Jornalista, da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ ou IFJ, na sigla em inglês), afirma que "jornalistas dignos do nome" (art. 9) devem seguir fielmente o princípio estabelecido no artigo 1º: "O respeito à verdade e ao direito do público à verdade é a primeira obrigação do jornalista"2 .

Confidencialidade

As fontes jornalísticas são pessoas, entidades e documentos que fornecem informações aos jornalistas, seja emitindo comentários e opiniões, verificando o rigor de dados obtidos ou aferindo a veracidade dos juízos de valor que lhes foram confiados. Em vários casos, as fontes concordam em prover estas informações desde que sua identidade seja preservada incógnita pelo jornalista com quem conversa. Nestas situações, o profissional (repórter, editor ou redator) tem o dever de mantê-la no anonimato e só pode revelá-la caso autorizado pela própria fonte.

Quando a fonte concorda em aparecer mas fornece uma informação pela qual não está disposto a responder ou sustentar, ou não autoriza sua publicação, diz-se que a informação é dada off the records (fora de registro), ou simplesmente "em off".

Nos EUA, entre 2003 e 2005, houve um famoso caso de quebra de confidencialidade de fonte determinada pela Justiça, envolvendo a repórter Judith Miller, do New York Times, o colunista Robert Novak do Washington Post, e a agente da CIA Valerie Plame.

Também em 2005, no mesmo país, foi revelada a identidade do informante Mark Felt, conhecido como Garganta Profunda, que entre 1972 e 1974 servira como principal fornecedor de informações confidenciais aos repórteres Bob Woodward e Carl Bernstein no caso Watergate.

Jabá

Algumas relações entre jornalistas e os assuntos de suas matérias chegam a ser promíscuas, principalmente quando as fontes e personagens oferecem benefícios materiais em troca de exposição na mídia, publicidade ou elogios. Na maior parte das vezes, porém, este tipo de "propina" ou "suborno" ocorre tacitamente, veladamente, para evitar que alguma das partes seja formalmente acusada. Uma maneira comum de oferecer esta troca é enviar presentes ao responsável pela matéria. No Brasil, esta prática de suborno implícito é chamada pelo jargão jabaculê ou simplesmente jabá.

O jabá ocorre freqüentemente com críticos e no Jornalismo Cultural.

Matéria encomendada

Também é um problema ético quando determinadas assessorias de imprensa negociam com jornalistas dos veículos a inclusão na pauta de determinado assunto que seja de interesse da instituição ou do indivíduo que elas assessoram. Nos casos em que o assunto, por conta própria, não tenha valor noticioso suficiente para ser publicado, diz-se que a matéria foi "plantada" na redação — ou seja, nascida no ambiente externo à redação, e não naturalmente, pelo "faro" dos repórteres.

Quando, por outro lado, a pauta é indicada por um superior na redação, por um dos diretores, executivos ou até pelo dono do veículo, diz-se que a matéria é "recomendada", termo que no jargão jornalístico é conhecido como reco, pauta rec ou pauta 500.

Quarto Poder

Uma função do Jornalismo nos regimes democráticos é fiscalizar os poderes públicos e privados e assegurar a transparência das relações políticas, econômicas e sociais. Por isto, a imprensa e a mídia são às vezes cognominadas de Quarto Poder (em seguida aos poderes constitucionalmente estabelecidos: Executivo, Legislativo e Judiciário).

Código de Ética do Jornalismo no Brasil

O Código de Ética dos Jornalistas brasileiros está em vigor desde 1987, depois de aprovado no Congresso Nacional dos Jornalistas. Segundo a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) o documento "fixa as normas a que deverá subordinar-se a atuação do profissional, nas suas relações com a comunidade, com as fontes de informação, e entre jornalistas". As punições previstas incluem desde advertência até expulsão do sindicato respectivo.

O que normalmente os jornais fazem atualmente é ter um responsável jurídico para adequar textos que possam difamar, caluniar e injuriar pessoas. Não só pela questão social democrática do direito do indivíduo, mas porque os processos judiciais saem muito caros e danosos financeiramente para os veículos de comunicação e muito caros para a imagem. As matérias mais polêmicas portanto são verificadas e colocadas em termos jurídicos não prejudiciais à sociedade e ao veículo de comunicação.

Um caso notório de erro jornalístico no Brasil foi o da Escola Base, no qual vários órgãos de imprensa publicaram acusações de que um casal de pedagogos numa escola em São Paulo estariam praticando abuso sexual com seus alunos. Mais tarde, as acusações se provaram infundadas e a Justiça determinou que os caluniados fossem indenizados.

Outros casos foram os programas polêmicos de televisão que duvidam da veracidade dos casos apresentados. E teve uma pressão comercial de que marcas e produtos não fizessem propostas de comerciais com as emissoras,

Em janeiro de 2012, a Associação dos Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro decidiu punir profissionais da mídia que comemorarem gols durante uma partida. A medida ocorreu após o repórter Eric Faria, da TV Globo, ser flagrado pelas câmeras do Premiere, da Globosat, comemorando o primeiro gol vascaíno durante uma partida entre Fluminense e Vasco.

Código Deontológico do Jornalismo

Em Portugal, o Código de Ética se denomina Código Deontológico.

O episódio da crianças de pré-escola situada no bairro do Cambuci, São Paulo, foi praticamente esgotado no livro "Caso Escola Base - Os abusos da imprensa", do então graduando em jornalismo, Alexander Augusto Ribeiro, conhecido por Alex Ribeiro. O então bracharelando pesquisou sobre o assunto - teve facilidades, porque era oficial de justiça do Fôro Criminal de São Paulo - para elaborar o trabalho de conclussão de curso. O então diretor da Escola de Comunicações e Artes - ECA - da Universidade de São Paulo, Jair Borin, já falecido, afirmou que o aluno havia escrito um livro sobre ética da profissão, ao invés de mero trabalho de conclusão de curso. Publicado, se tornou referência em Ética Jornalística, propicando ao autor o "Prêmio Jabuti". Hoje, a obra se encontra esgotada, e o autor é correspondente em Washington, de um grande jornal brasileiro de economia.

Bibliografia

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BELTRÃO, Luiz. Iniciação à Filosofia do Jornalismo. São Paulo, Edusp, 1992.

BUCCI, Eugênio. Sobre Ética e Imprensa. São Paulo, Companhia das Letras, 2000.

CAMPONEZ, Carlos. Deontologia do Jornalismo: a auto-regulação frustrada dos jornalistas portugueses (1974-2007). Coimbra: Almedina, 2011.

CHRISTOFOLETTI, Rogério. Ética no Jornalismo. São Paulo: Contexto, 2008

FORTES, Leandro. Os Segredos das Redações. São Paulo: Contexto, 2008.

HERNANDES, Nilton. A Mídia e seus Truques. São Paulo: Contexto, 2006.

JOBIM, Danton. Espírito do Jornalismo. São Paulo: EdUSP, 1992.

KARAM, Francisco J. Jornalismo, Ética e Liberdade. São Paulo: Summus, 1997.

KUCINSKI, Bernardo. Jornalismo na Era Virtual: ensaios sobre o colapso da razão ética. São Paulo, UNESP, 2005.

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TÓFOLI, Luciene. Ética no Jornalismo. Petrópolis: Vozes,

Código de Ética do Jornalista Brasileiro. Rio de Janeiro: 1985.

Código Latino-Americano de Ética Jornalística. in: Comunicação e Sociedade, n. 5. São Paulo: Cortez/IMS, março/1981.

Referências

1.Manual básico de mídia impressa. Governo de Sergipe - Secretaria de Comunicação Social, p. 18

2. Novo Manual da Redação - Folha de São Paulo, 1996

3. Luz vermelha para a imprensa marrom. Observatório da Imprensa, 25 de julho de 2011

4. MIRANDA, Flávia da Silva. AQUI UMA SUPER NOTÍCIA: o leitor convocado por dois jornais populares de Belo Horizonte. Encontro dos Programas de Pós-graduação em Comunicação de Minas Gerais, 2009

5. Imprensa marrom. Jornalista.com.br

6. COSTA, Pâmela Berton, e ota, Daniela Cristiane. Análise do Conteúdo Televisivo no Caso Isabella Nardoni. XXXI Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Natal, RN – 2 a 6 de setembro de 2008

7. MIRANDA, Flávia da Silva. Os valores partilhados por jornais populares dos anos 2000: apontamentos sobre dois jornais mineiros. 1º Colóquio Comunicação e Sociabilidade, UFMG, 2008

8. HOLANDA, Janaína Maria Silva. O Sensacionalismo na Imprensa Mossorense: um estudo nos jornais impressos de Mossoro

9. A imprensa cor-de-rosa. Observatório da Imprensa, 7 de outubro de 2003

10. RABAÇA, Carlos Alberto, e BARBOSA, Gustavo Guimarães. Dicionário de Comunicação. Ed. Campus, 5ª edição

11. Caso Wulff evidencia poder do jornal sensacionalista alemão "Bild". Deutsche Welle, 6 de janeiro de 2012

Ligações externas

• Considerações sobre o fenômeno do jornalismo popular - Cadernos da Escola de Comunicação - Unibrasil

Created By
Maria Beatriz Cruz
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