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O Jardim do Ateliê A natureza inspira a arte

A luz

Vivificadas pela luz, as plantas crescem e atingem grandes proporções. Dominam o espaço como senhoras absolutas desse vívido movimento que este encantado lugar evoca. Durante o dia, principalmente ao amanhecer, a luz dourada lembra o ouro de outrora, e o azul da noite, as safiras preciosas.

A profundidade do olhar do artista, que adentra o interior da terra, enxerga a seiva que nutre as plantas, e transborda com a mistura de pigmentos e cores levados pelas cerdas dos pincéis que eternizam cada estação do ano em novas telas que como vívido jardim continuarão eternamente a florir.

Suaves ou intensas, as pinceladas que ora estão diluídas em óleos especiais, ora concentradas com pigmentos quase puros - tal sua força e profundidade de expressão - caminham pela tela com movimentos que lembram o próprio nascer e crescer da verdejante flora.

A cremosa textura que sobre o tecido se espalha, com cores de matizes selecionados, cobre o tema como um manto que em sua extensão conta-nos uma bela história, de vivas plantas cuja eternidade nos braços embalou.

Como vivas virinhas-de-condão, os pincéis se levantam e traçam as impressões, que os olhos, do cenário absorvem. Deslizam, e imprimem nos quadros as narrativas da excelsa jornada.

Sabores e Cores

Entre os aromas que se espalham no ar, além do perfume das dracenas, estão os chás variados, e o revigorante aroma dos exóticos cafés, que conduzem suavemente, por si mesmos, uma outra narrativa, de outra encantada história.

Como pintar um aroma? Como retratar o deleite e o sabor do chá da tarde? Enquanto um e outro envolvem o ar, as tintas se misturam na paleta, e os pincéis - assim como as colheres - mergulham nessa experiência e transcendem a dimensão que diante dos olhos se abre.

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