Gêneros e Formatos Radiofônicos Autor Conteudista: Giane Carvalho

Módulo 1

GÊNERO PUBLICITÁRIO

  • Exemplos de Jingle
  • Exemplo de Spot
  • Exemplo de Testemunhal

Módulo 2

GÊNERO JORNALÍSTICO OU INFORMATIVO

  • Exemplo de enquete

Módulo 3

GÊNERO DE ENTRETENIMENTO

É aquele que visa o lazer, a diversão, o relaxamento das preocupações do dia a dia.

Dentro deste gênero, temos os seguintes formatos:

• MUSICAL: É que ocupa o maior espaço da programação de grande parte das rádios. O mais conhecido é aquele que alterna música e locução. Pode ser, por exemplo, focado em determinada época (anos 70, 80, 90), em um determinado estilo musical (jazz, sertanejo, romântico, eletrônico, rock), as mais pedidas da semana, etc.

• VARIEDADES: Pode conter música, quadros de amenidades (receitas, concursos, horóscopo, resumo das novelas, curiosidades) e entrevistas, sobre um determinado tema ou sobre vários.

• DRAMATIZAÇÃO: As produções desse formato buscam utilizar todos os recursos da linguagem sonora e radiofônica (música, efeitos, silêncio e vozes) para construir ambientes e personagens e, através deles, apresentar histórias reais ou fictícias, como podemos ouvir nas Radionovelas e nos sketchs, ou seja, quadros cômicos que podem ser apresentados no intervalo da programação.

• EDUCATIVO-CULTURAL : Destina-se, como o nome diz, à transmissão de conteúdos sobre artes, história, cultura regional, etc.

Módulo 4

Qual é o melhor formato?

Sempre será:

- O que comunica mais, que consegue atingir o maior número de pessoas: As vantagens ou desvantagens de um programa de rádio, não se medem pela obediência a determinadas regras de produção e sim pela melhor ou pior aceitação por parte do público. É o receptor quem valida um formato. Muitas vezes, um programa louco, repleto de erros, tem uma grande audiência. A qualidade do formato é decidida pela audiência. .

- O mais coerente com os objetivos do programa: Nem todo molde serve para comunicar qualquer mensagem. Para opinar sobre a privatização do seguro social, procure um bom comentarista. E para pesquisar sobre a corrupção do prefeito, um bom repórter. Em cada caso, há que avaliar a maior ou menor oportunidade de um formato em função dos objetivos propostos no programa. O formato é para o tema, não o tema para o formato.

- O que inventa e inova : Como a boa cozinheira, o radialista conhece primeiro a receita, a prática, e logo prescinde dela. Rádio é arte e os artistas mais sublimes sabem que a maior porcentagem de êxito corresponde à transpiração, antes da inspiração. Uma vez feita a aprendizagem, produtores podem soltar-se, desinibir-se, arriscar-se a inventar. Por isso, dizem que o melhor formato é o que se rompe. E que a única pauta segura para um radialista é a criatividade.

(Adaptado do artigo http://radialistas.net/article/qual-e-o-melhor-formato-3/)

Created By
Maria Beatriz Cruz
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