Mundo da indústria Londres & São Paulo

Londres

Mapa Londres- Século XVII

Disponível em: http://paleonerd.com.br/2015/09/18/a-vida-em-londres-no-seculo-xvii/

Mapa de Londres em 1665, feito por Wenceslau Hollar. Esse autor era conhcido por servir diversas famílias novas e vivia em Londres durante a "guerra civil inglesa" até 1642.

Mapa Londres- Século XVIII

.https://pplspcoll.wordpress.com/2009/11/19/a-1779-map-of-london/

A família Bowles foram editores de mapas e vendedores de sucesso cuja produção considerável se estendeu por um século. Este mapa é a segunda edição de um plano original de 1777. Inclui uma tabela de referências a igrejas e edifícios principais

Mapa de Londres-Século XIX

http://mapco.net/london.htm

Mapa de Londres, 1868, feito por Edward Weller, F.R.G.S. é universalmente considerado o melhor mapa de Londres já produzido com muitos detalhes.

Crescimento Populacional de Londres

http://blogs.ft.com/ftdata/2013/07/17/london-population-set-to-break-historic-record-high/

A população das cidades industrializadas cresceu bastante. Isto ocorreu por causa de dois fatores. O primeiro fator eram as altas taxas de crescimento populacional da época, ou seja reprodução acelerada. O segundo fator foi o início de um forte êxodo rural, onde um crescente número de agricultores passaram a deixar os campos, indo em direção às cidades. Muitos destes agricultores mudaram-se para as cidades porque avanços tecnológicos na área da agro-pecuária haviam reduzido a necessidade de mão-de-obra humana, outros foram às cidades simplesmente em busca de uma vida melhor. Ex-agricultores incluindo crianças passaram a trabalhar nas fábricas, geralmente morando em bairros próximos dás fábricas devido o tempo imposto pelas fábricas.

Essa imposição de normas e valores por um determinado setor da sociedade pode ser percebida decisivamente quando tomamos a noção de tempo útil , produzida pela ampliação da esfera do mercado e que não só disciplina a classe burguesa como também procura se introjetar no âmbito da gente trabalhadora. Essa introjeção de um relógio moral no corpo de cada homem demarca decisivamente os dispositivos criados por uma nova classe em ascensão.

Com a introdução do relógio moral, no trabalhador, temos a noção de que tempo útil significa dinheiro. Londres era conhecida pela produção têxtil (seda), pela construção naval e pela engenharia civil e mecânica pesada. A instabilidade do mercado de trabalho acentua a extrema exploração do trabalhador e força-o a residir no centro da cidade, próximo aos lugares aonde se localiza seu local de trabalho. Com a grande quantidade de mão de obra para trabalhar nas fábricas, os proprietários começam abusar de seus empregados com: altas jornada de trabalho, péssima condições de trabalho, sem direitos trabalhistas, ou seja, eram verdadeiros “escravos” dos patrões e das máquinas. Entre 1750 e 1850, a população da Inglaterra quase triplicou. E segundo Andrade e Souza (2011), a cidade de Londres aumentou em 5 vezes sua população entre 1801 e 1891.

A história dos marginalizados (ladrões, pobres, operários e prostitutas) se dá com o início da Revolução Industrial e a ascensão e o crescimento da indústria moderna, no final do século XVIII, que levou à massiva urbanização e à ascensão de novas grandes cidades, primeiramente na Europa, e posteriormente em outras regiões, à medida em que as novas oportunidades geradas nas cidades fizeram com que grandes números de migrantes provenientes de comunidades rurais instalassem-se em áreas urbanas. Provocado pelos avanços tecnológicos, que influenciaram bastante o desenvolvimento de cidades ao longo da história. Esses avanços tecnológicos permitiram a criação de grandes fábricas e ferrovias, que geravam empregos e atraíam grande quantidade de pessoas do campo para as cidades onde as fábricas estavam localizadas. Trens, automóveis e outros, facilitaram o transporte entre um ponto a outro de uma cidade, e entre diversas cidades.

A industrialização das cidades causou grandes mudanças na vida urbana. Produtos que artesãos levavam horas para fazer eram produzidas em questão de minutos nas fábricas, ainda mais, em grande quantidade, e a preços mais baixos. Os artesãos passaram a ter crescente dificuldade em encontrar clientes dispostos a comprarem produtos que passaram a ser produzidos por preços mais baixos nas fábricas. Muitos destes artesãos desistiram de seus negócios e ficaram desempregados, vários deles foram obrigados a trabalhar em fábricas para sustentar-se. A indústria tornou-se a principal fonte de renda das grandes cidades do século XVIII e do século XIX. O comércio inter-urbano tornara-se mais forte do que nunca.

São Paulo

Mapa São Paulo- Século XIX

http://www.arquiamigos.org.br/info/info20/i-1897.htm

PLANTA GERAL DA CAPITAL DE SÃO PAULO. Organizada sob a direcção do Dr Gomes Cardim– 1897 –

A planta de 1897 apresenta limites extraordinariamente expandidos: ao norte, atinge o Largo de Santana; ao sul, a Vila Clementino, num ponto abaixo do sítio em que o Matadouro Municipal fora inaugurado dez anos antes (Rua Loefgren); a leste, a recém-loteada Vila Gomes Cardim, e a oeste, o bairro da Água Branca e a Freguesia do Ó, localizados na saída da estrada de Jundiaí e Campinas.

Mapa São Paulo- Século XX

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0020-38742016000200167

Planta geral da cidade de São Paulo. 1905. Adotada pela Prefeitura Municipal para uso de suas repartições. Levantada e organizada pelo Engenheiro Civil Alexandre Mariano Cococi e Luiz Fructuoso F. Costa, engenheiros da Comissão Geog. e Geologica.

Crescimento Populacional de São Paulo até o século XX

http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/espaco-industrial-brasileiro.htm

Estima-se que, na época da fundação de São Paulo, em 1554, não mais de 100 habitantes viviam nos arredores do colégio erguido pelos padres jesuítas, constituindo o núcleo inicial da futura cidade. Nos três séculos seguintes, o povoado conheceu um lento crescimento, somente alterado a partir da década de 1870, quando o primeiro levantamento censitário realizado no Brasil, em 1872, apontou a presença de 31.385 moradores.

Assim, até o final do século XIX, São Paulo deixou para trás sua condição de vila afastada dos principais centros econômicos do país, sobretudo em razão de sua posição geográfica privilegiada, entre o porto de Santos e o interior da Província, onde se expandia o cultivo do café, passando então a assumir importância crescente como entreposto comercial e ponto de entroncamento das rotas pelas quais era exportada a produção cafeeira.

Nesta condição, passou a atrair um volume expressivo de trabalhadores e a fixar uma parcela significativa do fluxo de imigrantes europeus direcionado, inicialmente, para substituir a mão-de-obra escrava na lavoura cafeeira. Muitos desses imigrantes acabavam permanecendo na capital ou a ela retornavam após algum tempo.

Este fluxo imigratório perdurou nas duas primeiras décadas do século XX, o que manteve a cidade em elevado ritmo de crescimento demográfico. Durante este período, criaram-se as bases para o desenvolvimento industrial de São Paulo, com a transferência de capitais gerados na atividade agrária para as incipientes indústrias locais.

A transformação de São Paulo em importante centro industrial deu-se progressivamente, mas já era plenamente visível na década de 1920 − as manifestações artísticas do grupo Modernista em 1922 refletem bem este fato. O processo de industrialização no Brasil, centrado em São Paulo, muito beneficiou-se de dois eventos históricos de grande importância: a 1ª e a 2ª Guerras Mundiais, respectivamente ocorridas de 1914 a 1918 e de 1939 a 1945, períodos em que a retração do comércio mundial gerou a necessidade de substituição de importações, favorecendo a produção local de bens de consumo.

Por volta de 1950, já com os fluxos de imigração estrangeira bastante reduzidos e, ao mesmo tempo, em fase de grande impulso industrial, a cidade passou a atrair contingentes populacionais de outros Estados do Brasil, transformando-se então no maior pólo de migração interna. Foram mais de 3 milhões de pessoas – trabalhadores e suas famílias – que aqui chegaram entre 1950 e 1980 e este processo, aliado ao crescimento vegetativo da população, manteve as altas taxas de crescimento da cidade no período (entre 4% e 5% ao ano).

Este quadro é bastante alterado, entretanto, a partir da década de 80, em decorrência tanto do processo de desconcentração industrial, que afetou a cidade a partir de meados dos anos 70 e redirecionou parte de suas instalações industriais para outras regiões do Estado de São Paulo e do país, quanto do processo de modernização tecnológica e gerencial, que suprimiu empregos no setor secundário da economia. A cidade teve então reduzido seu poder de atração populacional, passando a apresentar saldos migratórios negativos. Ainda na década de 80, o crescimento vegetativo também sofreu um arrefecimento, em decorrência da diminuição dos índices de fertilidade e de natalidade na população brasileira.

Tudo isso contribuiu para a redução acentuada da taxa de crescimento demográfico para patamares muito menores que aqueles apresentados nos 100 anos anteriores, chegando a índices em torno de 1,2% ao ano. Em outras palavras, se a aglomeração urbana continuou a crescer em seu conjunto, isto deveu-se à expansão das áreas periféricas do município de São Paulo (incluindo aquelas situadas em zonas de proteção a mananciais) e ao crescimento que ainda se observa em grande parte dos municípios da sua região metropolitana.

São Paulo, maior cidade do Brasil desde a década de 60, é hoje o mais poderoso pólo de atividades terciárias do país e sua população se aproxima da cifra dos 11 milhões de habitantes, distribuídos pelos 1.509 km2 de seu município

Sinopse- Oliver Twist

"Oliver Twist, interpretado pelo autor Barney Clark, é um órfão entre as centenas que sofrem com a fome e o trabalho escravo na Inglaterra vitoriana. Vendido para um coveiro, ele sofre com a crueldade da família deste e acaba fugindo para Londres. Lá ele é recolhido das ruas por Artful Dodger, interpretado pelo autor Harry Eden, um ladrão que o leva até Fagin, o ator Ben Kingsley, um velho que comanda um exército de prostitutas e pequenos marginais.Quando Oliver conhece um bondoso homem em quem finalmente enxerga um possível pai, Fagin teme que ele denuncie seu esquema. Para evitar isso Fagin planeja um assalto à casa do rico Sr. Brownlow (Edward Hardwicke), o pai desejado por Oliver".

Conclusão

Oliver Twist
Londres no filme

O filme "Oliver Twist" retrata o período do século XVIII na Inglaterra marcado pelo o início da Revolução Industrial , ocasionando à massiva urbanização e à ascensão de novas grandes cidades, à medida em que as novas oportunidades geradas nas cidades fizeram com que grandes números de migrantes rurais instalassem-se em áreas urbanas, denominado, êxodo rural.

Esse ato é claramente percebido no filme, quando a personagem Oliver vai para Londres em busca de melhor qualidade de vida. No decorrer da narrativa, visualizamos a desigualdade social na cidade, a sociedade era dividida em duas grandes camadas,os marginalizados, operários e os pobres pertencentes a camada inferior, e os ricos e nobres, a camada superior.

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