(In)visibilidade Ah, os olhos! Essas janelas que escancaram a alma; Essas partes desnudas do que realmente se é: não há como mentir, não há o que esconder.

Da gente que nunca se vê
O que se tem de pé é a fé
O calor da alma, a luta muda
Intercalada por risos sem graça
Escondidos,
mas grandiosos, amarelados;
Por dedos calejados;
Por corpos cansados;
De um sofrimento ímpar
E uma felicidade vulgar.

Credits:

Williany Souza

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