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SysPat e Patentes: como maximizar o valor de sua empresa na economia do conhecimento? 10 Informações que todo empreendedor deve saber sobre patentes. (www.syspat.com)

Qual o valor econômico de patentes para uma empresa?

Segundo uma matéria publicada na Nature (12/2017), patentes aumentam em média o valor de uma empresa em algo em torno de duzentos mil dolares por patente. Quando um crescente percentual das cadeias globais de valor se torna intangíveis, incluindo propriedade intelectual, precisa-se, como diz Henry Chesbrough, da Harvard Business School, deixar de relegar decisões sobre patentes e licenciamento apenas para o departamento legal de empresas e instituições e trazer estas decisões para a área estratégica. Empresas na economia do conhecimento devem desenvolver, comprar e vender patentes como parte de seus objetivos estratégicos.

Patentes podem ser fontes de receitas?

Patentes podem ser importantes fontes de receitas diretas e indiretas.

O processo de se patentear uma ideia ou invenção é muito mais simples (e incentivado) nos EUA do que no Brasil. “O modelo de negócios de algumas companhias se baseia só nisso. A Qualcomm (uma das maiores empresas do setor de semicondutores, e rival da Intel), por exemplo, tem no licenciamento de patentes quase metade do faturamento dela. Em outras empresas, isso chega a 100%”, afirma Carlos Cordeiro, engenheiro chefe e diretor da Intel na área de comunicação Wi-Fi em entrevista para a revista Mundo Bit, em 10/2016.

Quanto tempo leva para escrever um pedido de patente?

Escrever um pedido de patente pode ser mais simples do que escrever um artigo científico. Experts que conhecem bem a invenção, podem escrever um pedido de patente em horas; em outros casos a escrita pode levar alguns dias. O foco é provar os 4 critérios de patenteabilidade: novidade; atividade inventiva; aplicação industrial e que a invenção é uma solução técnica para um problema técnico. Na plataforma SysPat tudo isso pode ser feito de forma fácil e rápida, a partir do preenchimento de apenas 8 campos estruturados. A estrutura de um documento de patente pode ser até mais simples do que a de um artigo científico. Pois bibliografias e explicações do porquê um evento acontece são, na maioria das vezes, desnecessárias.

É caro escrever, depositar e manter um pedido de patente?

Depositar e manter um pedido de patente não é caro.

O deposito de patentes para pessoas físicas e microempresas no Brasil é feito mediante o pagamento de uma GRU de R$70,00 e a partir do segundo ano são pagas anuidades de R$118,00. No 36º mês do depósito paga-se uma taxa de exame de R$236,00 e na expedição da carta patente uma taxa de R$94,00.

Quem examina os pedidos de patente no INPI e outros Offices no mundo?

Pedidos de patentes são examinados por técnicos como o inventor. Examinadores de patentes são técnicos e em grandes linhas um pedido de patente deve descrever uma tecnologia de forma que um outro expert no assunto consiga entender e verificar que satisfaz os critérios de novidade, atividade inventiva, aplicação industrial e de resolver um problema técnico.

É importante notar que a obtenção de uma carta patente num país não implica que outro país conceda igualmente uma carta patente para aquele pedido.

Patentes impedem o uso do conhecimento para fins sociais?

Patentes não impedem o uso da tecnologia para fins sociais. O que determina o como, o por quem, e onde uma tecnologia patenteada pode ser usada é o tipo de licença a qual seu uso está submetido. Um produto patenteado pode ter uso livre para fins sociais, educacionais etc. e ao mesmo tempo ter uso pago quando for explorada por outras empresas com fins de lucro. Essa é mais uma forma em que patentes participam de um amplo processo de distribuição de renda. O mais importante é, naturalmente, ter seus processos acessíveis a todos de forma que todos possam se apropriar de suas próprias ideias e assim participar da economia do conhecimento.

Patentes são usadas em negociações com outras empresas?

Sim. Patentes são poder de barganha para a empresa. Muitas vezes empresas são compradas apenas devido ao seu portfólio de patentes. Por exemplo a famosa compra da Motorola Mobile pela Google por 12,5 bilhões de dólares em 2014, feita sobretudo em virtude do portfólio de patentes da Motorola que incluía 17.000 patentes e 7.500 pedidos de patente.

Portfólios amplos de patentes são também muitas vezes a melhor defesa contra o uso indevido de processos jurídicos por “trolls” da área de direito e de tecnologia.

É preciso esperar que um pedido de patente vire uma carta patente para se negociar ou licenciar a invenção ou desenvolver e comercializar o produto?

Não. Não se precisa obter uma carta patente para negociar uma licença ou fazer uma acordo de transferência de tecnologia. Pode-se começar a negociar a partir do momento do depósito, que se faz online e que já assegura para o inventor um ano de anterioridade no mundo todo a partir daquele instante. Em setores muito dinâmicos, dificilmente se negociam cartas patentes, mas sim os próprios pedidos de patente. Aqui no Brasil a USP e Campinas já são exemplos. O que uma empresa precisa para comprar ou licenciar uma tecnologia, não é um título acadêmico ou um documento burocrático. Mas um referendo dos seus técnicos e uma perspectiva de mercado.

Uma empresa pode usar patentes como fonte de inteligência tecnológica e competitiva?

Patentes são valiosas fontes de informação tecnológica, científica e competitiva. Um estudo da Comissão Europeia em 2013 dava conta de que 80% do conhecimento técnico atual podia ser encontrado somente em bases de patentes. Uma publicação recente da Nature (12/2017) mostrou que empresas têm mais interesse em investir no desenvolvimento e comércio de conhecimento patenteável. Através das bases de patente, empresas podem ainda acompanhar a produção tecnológica de outras empresas e mesmo de outros técnicos. Essas informações podem ser importantes tanto para a definição de estratégias de tecnologia e de mercado, como até mesmo para definir futuras contratações de pessoal.

Patentes são forma de assegurar o patrimônio intelectual de uma empresa?

Sim. Patentes fazem parte do conjunto de intangíveis que tem crescido em importância nas cadeias globais de valor. Para empresas que já estão no mercado a mais tempo, o portfólio de patentes e pedidos de patente é uma garantia de que seu “acquis tecnologique”, ou sua experiência tecnológica e de mercado, estão bem assegurados. E mesmo a composição e relevância tecnológica desse portfólio são importantes indicadores para orientar políticas de desenvolvimento da empresa.

E hoje tudo isso está ao alcance de todos através do SysPat!

Patentes são uma forma simples e pouco custosa de testar mercados, de diversificar a origem de receitas tanto em termos geográficos, como em temos tecnológicos. Uma patente pode permitir explorar através de licenças mais de um lugar no mundo. Esse processo reduz os riscos e custos de exploração de um mercado apenas. No limite, essa estratégia pode até definir uma forma de participação diferente no mercado , onde uma startup, por exemplo, se preocupa muito mais com desenvolvimento e participa, através de licenças, no lucro e nas decisões estratégicas de empresas já estruturadas, aliviando a empresa iniciante de preocupações como distribuição, gestão de pessoal, contabilidade etc.

Superusuário: controle e planejamento para instituições e empresas.

Para empresas que já tenham experiência com patentes, o SysPat é uma grande ferramenta de otimização e controle. Através de uma interface própria de Superusuário, o SysPat permite ao gestor acompanhar em tempo real, com geolocalização e relatórios, os processos de escrita e a evolução do seu portfólio de patentes. Isso otimiza a concepção de políticas de inovação e o planejamento, e permite melhor controlar sua implementação.

Para empresas iniciantes nessa área, o SysPat possibilita uma curva de aprendizagem otimizada, facilitando os processos de escrita, depósito, gestão, valorização e mediação.

SysPat

Para todos, o SysPat é uma grande ferramenta de valorização do potencial da empresa em termos de propriedade intelectual, e em termos globais compatível com a nova revolução industrial e econômica do conhecimento.

You see things; and you say "Why?" But I dream things that never were; and I say "Why not?" Bernard Shaw

www.syspat.com

Created By
Paulo Coelho Vieira
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