Como você diz "Muito Prazer" ao mundo?

Em um mundo cada vez mais competitivo é preciso blá blá blá.

O tempo todo estão falando jeitos e fórmulas de nós estarmos destacados para vagas, para projetos e outros fins. É sabido que somos todos marcas e todos temos nossos consumidores (família, a empresa onde trabalhamos, clientes). E, principalmente na área profissional, é realmente necessário não ser apenas mais um por aí. O problema é que se todos seguirmos as mesmas dicas milagrosas seremos todos iguais, e não diferentes.

Certo? Certo.

Então, a minha conclusão, é que dica boa é aquela que nos estimula a encontrarmos, dentro de nós, nossas próprias respostas. Ensinamento precioso que tive com a minha coach Anna Oliveira.

_Gábi, e o que isso tem a ver com fotografia?

Vamos falar muito mais de imagem do que de foto. Você estudou, se esforçou, tem um conteúdo e atitude profissional dos melhores possíveis, mas estão todos aí, bem guardados dentro de você. Do que adianta? Ou ainda, você decidiu fazer um retrato profissional, colocar um site ou perfil no linkedin com todas as suas habilidades, seguiu todas as dicas de todos os profissionais mais incríveis que conhece, da mesma forma que todos os concorrentes.

É preciso falar de você.

_ Mas aí dá mais trabalho, Gábi. _ Dá. E dá mais resultado também.

Por isso que sempre que me falam em retrato corporativo (ou retrato profissional), me pedem um, eu já aviso: Eu vou fazer o SEU RETRATO, e não um formulado para um padrão existente no mercado. Pode ser? Caso o cliente não queira assim ele já sabe que é melhor procurar outro fotógrafo.

_ Mas você não faz retrato padrão?

_ Meu cliente é um profissional padrão? Atua e se apresenta dentro dos moldes tradicionais? Se for, eu faço.

Eu não estou estimulando ninguém a construir uma imagem que possa causar algum tipo de problema na imagem do fotografado, pelo contrário. Sutilmente podemos comunicar habilidades ao invés de escondê-las, demonstrar características positivas. Ao nosso favor existem muitas ferramentas disponíveis: direção, luz, locação, tratamento, estilo, etc..

Um bom exemplo é o da minha área. A maioria dos fotógrafos que eu conheço usam retratos onde a câmera aparece. É uma boa forma de comunicar o que ele faz? Talvez, mas são tantos fazendo isso que ele acaba passando a mensagem de ser mais um no meio da multidão.

(Não fique chateado se a sua foto tem a câmera tá?)

É mais interessante que a imagem deixe uma pergunta, e não uma resposta, sobre você.

A foto é um convite a te conhecer melhor e não a dizer quem você é. Assim evitamos conclusões precipitadas baseadas em estereótipos, e damos a chance de você apresentar seu melhor conteúdo, complementar a mensagem e criar um diálogo real com o seu público.

Não se engane, a foto que você usa nas suas mídias sociais passam uma mensagem, você querendo ou não. Atualmente os processos seletivos, e até mesmo as escolhas de amores e amizades, passam por uma visita nas redes sociais do candidato. Ali estão informações que podem dar a dica de quem é você. Por isso eu pergunto: Como você diz “muito prazer” ao mundo?

Quer fazer um retrato comigo? Envie um email para oi@gabimateus.com.br. Quer saber como eu crio meus retratos? Dá uma olhadinha no texto abaixo.

Caso o assunto tenha te interessado (como fotógrafo ou não), eu detalhei como criei alguns dos retratos que estão ilustrando esse texto. Cada um tem um propósito, teve referências, e a escolha da luz, locação, cores e pose, não foi aleatória. Para ter acesso ao primeiro volume, e depois receber os outros, cadastre seu email aqui. É grátis, mas tem muito valor.

;-)

Created By
gabi mateus
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Credits:

Gabi Mateus

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