Glossário TRABALHO DE BIOLOGIA: Isabela aoyama, cintia campos, emily silva e larissa granado 2rb colégio modulo

Atraqueófitas: são plantas que possuem vasos condutores. Vasos condutores são os vasos que transportam a seiva orgânica e seiva bruta (líber e lenho)

Anterídio: anterídeo ou anterídio ao órgão masculino de muitas plantas, onde são produzidos os gâmetas anterozoides.

Anterozóide: é a célula sexual (ou gâmeta) masculina das plantas, mas também das algas, nos casos em que existe heterogamia.

Anemofilia: é a polinização das flores por ação do vento.

Antera: é a porção terminal do estame das flores. São sacos revestidos internamente por tecido esporogênico, onde são produzidos os grãos de pólen.

Androceu: é o conjunto dos estames, órgãos reprodutores masculinos de uma flor, com a função de produzir pólen. Cada estame é uma folha modificada especificamente para a função reprodutiva.

Cormófita: plantas com estrutura verdadeira: folha, caule e raíz. Tem a forma de cormo. Outro sinônimo utilizado para Embriófitas. Este termo é comumente empregado para fazer distinção com o grupo das algas. Este adjetivo serve como divisor de águas para o grupo das Briófitas para as Pteridófitas, que ao contrário da primeira, tem tecido verdadeiro (Possui vasos condutores).

Criptógama: é um termo taxonomicamente obsoleto, utilizado para referir-se às plantas (no sentido abrangente) que não produzem sementes, flores ou frutos e que se reproduzem por meio de esporos.

Cálice: é o conjunto de todas as sépalas de uma flor, sendo, portanto, o verticilo mais externo das flores. Faz parte das suas estruturas estéreis. O cálice pode se apresentar dialissépalo – quando as sépalas são livres entre si – ou gamossépalo – quando estas são unidas entre si, em maior ou menor grau.

Corola: é o nome dado ao verticilio interno do perianto da flor, quase sempre vistoso. Está associada à proteção do androceu e do gineceu e à atração e seleção dos polinizadores.

Carpelo: são folhas modificadas, em que se formam os gametas feminios da flor. Um ou mais carpelos formam uma estrutura em forma de vaso, o pistilo.

Diploide: são aquelas cujos cromossomos se organizam em par de cromossomos homólogos, e assim, para cada característica existem pelo menos dois genes, estando cada um deles localizado em um cromossomo homólogo. Diz-se que estas células possuem 2n cromossomos, onde n é o número de cromossomos característico da espécie em causa, ou "número haploide"

Estilete: é o termo da botânica que designa o prolongamento do ovário (parte inferior) até o estigma (parte superior) nas flores.

Esporófito: a fase diploide (ou indivíduo representante da fase) das plantas cujo ciclo de vida apresenta alternância de gerações. O esporófito produz esporângios onde, por meiose, se formam esporos haploides que dão origem ao gametófito, uma planta haploide multicelular que irá produzir gametas, assegurando assim a reprodução sexuada da espécie.

Esporos: são as unidades de reprodução das plantas (no sentido da taxonomia de Lineu, ou seja, incluindo não só as plantas verdes, mas também as algas, os musgos e os fungos). São também denominados esporos as formas latentes de muitos animais ou seus embriões, de protistas e de bactérias.

Estróbilo: composição estrutural das flores ou dos frutos que caracterizam as plantas coníferas; cone.

Esporângio: são órgãos das plantas que produzem esporos.

Estame: é o órgão masculino das plantas que produzem flores: Angiospermas (fanerógamas). Um estame é constituído por três partes: antera, conectivo e filete.

Estigma: é a área receptiva do pistilo das flores, onde o grão de pólen inicia a germinação do tubo polínico. Pode estar posicionado no ápice do pistilo, ou lateralmente. É a parte achatada do carpelo, situada na sua extremidade superior; possui um líquido pegajoso que contribui para a fixação do grão de pólen.

Fanerógama: foi o nome dado ao filo do Reino Plantae (plantas) de seres vivos que apresentam estruturas denominadas de flores, órgãos reprodutores facilmente observáveis.

Filete: é a designação dada em botânica à estrutura que suporta o órgão masculino das flores, o estame. São estruturas normalmente alongadas, inseridas no receptáculo floral, ou mesmo sobre as pétalas, portando a antera no ápice.

Gametófito: a fase haploide das plantas cujo ciclo de vida apresenta alternância de gerações. O gametófito produz gametas que dão origem ao esporófito, uma planta diplóide multicelular que, por meiose, irá produzir esporos haploides, que darão origem a novos gametófitos.

Gineceu: é o conjunto de órgãos reprodutores femininos de uma flor, o conjunto dos pistilos. Engloba os carpelos, constituídos pelos estigmas, estiletes e ovários, localizando-se, em quase todos os casos, no centro da flor. Por vezes, é constituído apenas por um único carpelo. O seu nome provém da divisão, existente nas casas da antiga Grécia, reservada às mulheres. A parte masculina da flor designa-se como androceu.

Haploide: são células possuem somente um cromossomo de cada tipo em seu núcleo.

Microestróbilo: é o estróbilo masculino

Megaestróbilo: é o estróbilo feminino

Microsporângio: é o órgão masculino das plantas espermatófitas, onde são produzidos os micrósporos - que contêm ou dão origem aos gâmetas masculinos, também chamados de antera.

Ovário: é uma parte do gineceu, que contém os óvulos a serem fecundados, constituindo a sua parte inferior. O ovário é formado por uma ou mais folhas modificadas que recebem o nome de carpelos que representam os macrosporófilos, que poderão ser livres ou fundidos.

Óvulo: é uma estrutura reprodutiva das plantas que se forma no ovário. A estrutura contém o saco embrionário, a oosfera (o gâmeta feminino), as células sinérgidas, as células polares e as células antípodas, para além da nucela, dos tegumentos, da calaza e de um funículo que o liga com a placenta.

Oosfera: é o gâmeta feminino das plantas e algas.

Talofita: são organismos pluricelulares, tradicionalmente considerados plantas, de estrutura muito simples, e caracterizados por não apresentarem diferenciação celular na raiz, caules e folhas, tendo um corpo vegetativo pouco diferenciado denominado talo.

Protonema: é a forma jovem do gametófito das briófitas, que pode ser células parecidas a fios ou células talosas.

Protálo: são gametófito das samambaias, originado da germinação de um esporo. O protalo é um corpo muito simples, sem estrutura vascular - um talo - que pode ser aéreo e verde (com capacidade fotossintética), ou subterrâneo e saprófito, por vezes com rizóides, sobre o qual (ou embebidos no tecido) se encontram os gametângios masculinos e femininos.

Pólen: é o conjunto dos minúsculos grãos produzidos pelas flores das angiospermas (ou pelas pinhas masculinas das gimnospermas), que são os elementos reprodutores masculinos ou microgametófitos, onde se encontram os gâmetas que vão fecundar os óvulos, que posteriormente irão se transformar em sementes. O estudo do pólen é a palinologia.

Pedúnculo: é a região que antecede a flor ou o fruto.

Pétala: são peças constituintes da flor, situadas no seu verticilo protetor mais interno. São estruturas normalmente membranáceas, amplas, coloridas e têm muitas funções, entre as quais a atração de polinizadores. O conjunto de pétalas de uma flor é chamado corola.

Traqueófita: Divisão do reino das plantas que compreende todas as plantas vasculares; constituindo o maior grupo de plantas verdes.

Receptáculo: Extremidade mais ou menos dilatada do pedúnculo de uma flor, na qual se fixam as diferentes peças florais.

Sépalas: são peças constituintes da flor, situando-se no verticilo mais externo desta. São estruturas foliáceas, normalmente menores e mais consistentes do que as pétalas, e na maior parte dos casos têm a função primordial de proteger o botão floral, fechando-se sobre este antes da antese. O conjunto de sépalas de uma flor é conhecido como cálice.

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Isabela Aoyama
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