Terceiro Domingo da Páscoa Ano A — São Paulo, 30 de abril de 2017

Prelúdio

Leitura

Aclamai a Deus, terra inteira!

Cantai hinos à glória do seu nome!

Dai glória em seu louvor!

“Como são grandes as tuas obras, ó Senhor!”

Aceita, Senhor, nosso louvor e gratidão

Por Cristo Jesus, Senhor ressuscitado! Amém.

Hino “Louvores a Deus” [TD, 188]

Louvores a Deus, mui sinceros louvores,

Tributa a minha alma com grande fervor;

Só tu és a fonte de graça e favores,

Divina promessa, recursos de amor.

Louvar-te, Senhor, meu desejo constante,

Meus votos ardentes, empenho sem par;

Louvar-te na vida, no lar ou distante,

Sozinho, ou na igreja, por todo lugar.

Aceita, Senhor, a expressão de minha alma,

Tributo de graças, pois tudo me dás:

Nos dias de lutas, nas horas de calma,

Contigo, Senhor, tenho a benção da paz.

Não cesse em meus lábios o canto sincero

De gratos louvores, tributo leal;

Vencer a jornada contigo eu espero,

Por bênção divina, favor paternal.

Leitura de Atos 2,14.36-41

Então, se levantou Pedro, com os onze; e, erguendo a voz, advertiu-os nestes termos: Varões judeus e todos os habitantes de Jerusalém, tomai conhecimento disto e atentai nas minhas palavras. [...] Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.

Ouvindo eles estas coisas, compungiu-se-lhes o coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, irmãos? Respondeu-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para remissão dos vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo. Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe, isto é, para quantos o Senhor, nosso Deus, chamar. Com muitas outras palavras deu testemunho e exortava-os, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. Então, os que lhe aceitaram a palavra foram batizados, havendo um acréscimo naquele dia de quase três mil pessoas.

Cântico “Cantai ao Senhor” [TD, 85]

Cantai ao Senhor um cântico novo.

Cantai ao Senhor todas as terras.

Cantai ao Senhor, bendizei o seu nome.

Proclamai a sua salvação.

Anunciai entre as nações a sua glória,

Entre todos os povos as suas maravilhas,

Porque grande é o Senhor, mui digno de ser louvado,

Mais temível do que falsos deuses.

Glória e majestade estão diante dele,

Força e formosura no seu santuário.

Glória e majestade estão diante dele

Força e formosura no seu santuário.

Saudação [Dirigente]

Oração

Interlúdio

Oração Silenciosa

Leitura

Se invocais como Pai aquele que, sem discriminação, julga a cada um de acordo com as suas obras, vivei no temor o tempo de vossa permanência como migrantes. Tende consciência de que fostes resgatados da vida fútil herdada de vossos pais, não por coisas perecíveis, como a prata ou o ouro, mas pelo precioso sangue de Cristo, cordeiro sem defeito e sem mancha. Conhecido de antemão antes da criação do mundo, ele foi, neste final dos tempos, manifestado em favor de vós. Por ele, tendes fé no Deus que o ressuscitou dos mortos e lhe deu a glória, e assim, vossa fé e esperança estão em Deus.

Pela obediência à verdade, vos purificastes, para praticar um amor fraterno sem fingimento. Amai-vos, pois, uns aos outros, de coração e com ardor. Nascestes de novo, não de uma semente corruptível, mas incorruptível, mediante a palavra de Deus, viva e permanente. [1Pedro 1,17-23 — CNBB]

Cântico “Vaso Novo” [TD, 203 – Estrofe 1]

Eu quero ser, Senhor amado,

Como um vaso nas mãos do oleiro.

Quebra a minha vida e faze-a de novo.

Eu quero ser, eu quero ser um vaso novo.

Oração Silenciosa

Interlúdio

Leitura [Todos]

A ti se deve o louvor, ó Deus, em Sião,

a ti se cumpra o voto em Jerusalém.

A ti que escutas a oração,

vem todo mortal por causa do seu pecado.

As nossas culpas pesam sobre nós,

mas tu as perdoas.

Feliz quem escolhes e chamas para perto,

para morar nos teus átrios.

Queremos saciar-nos com os bens da tua casa,

com a santidade do teu templo. [Salmo 65,1–4 — CNBB]

Cântico “Quero Louvar-Te” [TD, 205]

Quero louvar-te, sempre mais e mais!

Quero louvar-te, sempre mais e mais!

Buscar o teu querer, tua graça conhecer.

Quero louvar-te!

As aves do céu cantam para ti,

As feras do campo refletem teu poder.

Quero cantar, quero levantar as mãos a ti!

Quero amar-te...

Quero servir-te...

Oração [Louvor]

Culto Infantil

Leitura de Lucas 24,13–35

Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas. Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles. Os seus olhos, porém, estavam como que impedidos de o reconhecer. Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ides tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos. Um, porém, chamado Cleopas, respondeu, dizendo: És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignoras as ocorrências destes últimos dias? Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo, e como os principais sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam. É verdade também que algumas mulheres, das que conosco estavam, nos surpreenderam, tendo ido de madrugada ao túmulo; e, não achando o corpo de Jesus, voltaram dizendo terem tido uma visão de anjos, os quais afirmam que ele vive. De fato, alguns dos nossos foram ao sepulcro e verificaram a exatidão do que disseram as mulheres; mas não o viram. Então, lhes disse Jesus: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura, não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os Profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras.

Quando se aproximavam da aldeia para onde iam, fez ele menção de passar adiante. Mas eles o constrangeram, dizendo: Fica conosco, porque é tarde, e o dia já declina. E entrou para ficar com eles. E aconteceu que, quando estavam à mesa, tomando ele o pão, abençoou-o e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram; mas ele desapareceu da presença deles. E disseram um ao outro: Porventura, não nos ardia o coração, quando ele, pelo caminho, nos falava, quando nos expunha as Escrituras? E, na mesma hora, levantando-se, voltaram para Jerusalém, onde acharam reunidos os onze e outros com eles, os quais diziam: O Senhor ressuscitou e já apareceu a Simão! Então, os dois contaram o que lhes acontecera no caminho e como fora por eles reconhecido no partir do pão.

Mensagem — Rev. Marcelo Smargiasse

Oração e Bênção Apostólica

Amém Tríplice

Poslúdio
Created By
Marcelo Smargiasse
Appreciate

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