O Segredo dos Anjos Mensageiros dos deuses

O primeiro ancestral do nosso querido gato doméstico, o Miacis viveu aproximadamente há 40 milhões de anos, era um animal com características muito diferentes em relação à classe atual dos felinos. Acredita-se que ele vivia em árvores para se proteger dos predadores. Na evolução da espécie o Dinicts, foi o que começou a ter traços semelhantes aos felinos de hoje, isso aproximadamente há 10 milhões de anos. Estão presentes na sociedade, como animais domésticos, desde cerca de 9 mil anos atrás. Nesse tempo, foram perseguidos, adorados como deuses, serviram de utilidade pública, ou simplesmente amados por uma família. Há 2 mil anos, o gato era tido como animal sagrado no Antigo Egito. Bastet, a Deusa da felicidade e da fertilidade, era geralmente representada por uma mulher com uma cabeça de gato, bem como o seu animal-totem, que igualmente era considerado um Deus. Além de Bastet, Rá e Osíris, também Deuses egípcios, ocasionalmente eram representados por figuras de felinos.

Ode ao Gato
Bichos polêmicos sem o querer, porque sábios, mas inquietantes, talvez por isso. Nada é mais incômodo que o silencioso bastar-se dos gatos. O só pedir a quem amam. O só amar a quem os merece. O homem quer o bicho espojado, submisso, cheio de súplica, temor, reverência, obediência. O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor. Só as saudáveis. Lembrei, então, de dizer, dos gatos, o que a observação de alguns anos me deu. Quem sabe, talvez, ocorra o milagre de iluminar um coração a eles fechado? Quem sabe, entendendo-os melhor, estabelece-se um grau de compreensão, uma possibilidade de luz e vida onde há ódio e temor? Quem sabe São Francisco de Assis não está por trás do Mago Merlin, soprando-me o artigo?

Os egípcios apreciavam de tal maneira seus gatos que sua exportação era expressamente proibida, mas os mercadores jônicos entregaram-se a um lucrativo contrabando que permitiu ao gato caseiro alcançar primeiro a Ásia Menor e depois Europa. Na Índia o gato foi, domesticado na mesma época que no Egito. A China já conhecia o gato-caseiro 1.000 anos antes de nossa era, o Japão um pouco mais tarde.

A Idade Média foi, de um modo geral, hostil aos gatos, que eram associados às feitiçarias e considerados criaturas diabólicas. Nesse período eles passaram a ser perseguidos pelos fanáticos religiosos, os mesmos que os acolheram durante muito tempo, os cristãos. Era visto como um animal do Diabo, principalmente os de cor preta e também por causa da sua ligação com Bastet, Deusa da fertilidade e Fréia, a Deusa do amor. Milhares de gatos foram queimados em praça pública, juntamente com mulheres acusadas de bruxaria. Somente após o final da Idade Média os gatos puderam desfrutar as suas sete vidas da maneira que sempre quiseram, instalados confortavelmente nas casas dos humanos, com comida à vontade e várias regalias. É desta época que parte a maioria das superstições, das quais algumas chegaram aos nossos dias. Em diversas culturas da Antiguidade, em especial nas culturas orientais, o gato era considerado um guardião das almas dos mortos, detentor dos mistérios da vida e da morte, um condutor que as levava até o outro lado. Sob esta perspectiva, o gato era adorado como Divindade, e reverenciado como animal de grande poder místico. O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torne livre. Então, ele irá liderar a alma até seu repouso final. (The Mythology Of Cats, Gerald & Loretta Hausman).

Já viu gato amestrado, de chapeuzinho ridículo, obedecendo às ordens de um pilantra que vive às custas dele? Não! Até o bondoso elefante veste saiote e dança a valsa no circo. O leal cachorro no fundo compreende as agruras do dono e faz a gentileza de ganhar a vida por ele. O leão e o tigre se amesquinham na jaula. Gato não. Ele só aceita uma relação de independência e afeto. E como não cede ao homem, mesmo quando dele dependente, é chamado de arrogante, egoísta, safado, espertalhão ou falso. "Falso", porque não aceita a nossa falsidade com ele e só admite afeto com troca e respeito pela individualidade. O gato não gosta de alguém porque precisa gostar para se sentir melhor. Ele gosta pelo amor que lhe é próprio, que é dele e ele o dá se quiser.

Na mente de muitas pessoas, o gato ainda é um animal misterioso, quase sagrado, de uma visão além do normal e uma percepção aguçada. Diz-se mesmo que teria poderes paranormais, que saberia muito mais dos segredos da vida do que nós. Qualquer pessoa que tenha tido a chance de conviver com um gato percebe facilmente que boa parte dessas características parece mesmo ser verdadeira. Os gatos realmente parecem ter uma percepção extra-sensorial, uma visão diferenciada, além do normal. Quase sempre dão a impressão de pertencerem a uma esfera superior, a um nível mais elevado de consciência. Os gatos parecem saber exatamente como nos sentimos, mesmo que não externemos nenhuma reação diferente. Estão sempre por perto quando precisamos, mesmo sem serem chamados. E compreendem perfeitamente o que dizemos. Perceba como o gato o encara enquanto você fala com ele. Olhe dentro dos seus olhos, você verá neles a chama da inteligência. Perceberá a compreensão latente em seu olhar profundo e penetrante.

Por sua espiritualidade intrínseca, os gatos foram usados como forma de proteção contra energias negativas e como vetores de cura. Os celtas diziam que os gatos, assim como demais animais domésticos, eram a reencarnação de parentes já falecidos, ancestrais que reencarnavam nessas formas de vida para aconselhar. Nessa corrente de pensamento, o gato era considerado o animal mais apropriado, justamente por sua percepção aguçada.

Animal enigmático, considerado sagrado ou maldito por diferentes civilizações ou em diferentes épocas, a fascinação que produz a sua contemplação tem algo de esotérico e misterioso. Este pequeno representante da família dos felídeos, esteve unido à história do homem com um carisma totalmente diferente ao do cão. Ao contrário deste, o gato não perdeu a sua identidade de animal semi-selvagem, a sua independência e o seu absoluto desprezo a tudo o que não satisfaça o seu instinto. O cão abandonado sofre mais por falta de afeto que por carência de alimentos ou de lar, o gato além de não "necessitar" do dono, se aproxima ao homem para aproveitar o que o seu anfitrião pode oferecer-lhe comida, calor, carinho, etc.

A beleza do gato, além das suas qualidades de felino, se encontra no seu comportamento libertário. Jamais será dominado, se ele não quiser, pelo capricho do seu dono, só se aproximará para se esfregar no seu cuidador quando ele quiser e não para exteriorizar afeto, mas por pura voluptuosidade. É capaz de viver à margem do lar e completamente autossuficiente no que se refere à alimentação num meio rural ou urbano primário e, inclusive, nas grandes metrópoles é capaz de sobreviver de restos, de desperdícios e da caça de pardais e de outras avezinhas.

As diferentes raças de gatos são devidas à seleção artificial, realizada pelo homem, mas é curioso comprovar que não são tão polimorfas nem diversificadas como as do cão nem, com certeza, tão numerosas como as deste. O comportamento do gato é inerente à espécie e não se determina conforme as raças, ao contrário do que acontece com o cão. Apesar do homem ter 15 vezes o tamanho do gato, este tem mais ossos no seu corpo, tem 230 ossos, enquanto o homem tem 206. Muitos estão localizados na cauda, que quando levantada, mostra orgulho e contentamento no gato. Quando estendida e reta, mostra que está espreitando a caça. Enrolada diz que o gato está espantado ou aflito, e quando sacudida de um lado para o outro, pode indicar que ele está zangado.

O gato possui movimentos cadenciados porque suas patas são densamente peludas, o que parece ser seu cotovelo, quando ele se move, é seu calcanhar, pois o gato é digitígrado, que significa andar ou correr na ponta dos dedos e com o calcanhar para cima. O número normal de dedos nas patas dianteiras é cinco (sendo que um é o polegar), e quatro dedos nas patas traseiras. Muitos gatos são polidáctilos, isto é, têm mais dedos que o normal, usualmente 6 na pata dianteira, mas existem outras variações. As pernas posteriores são mais compridas e mais fortes que as dianteiras, o que lhes permite saltar com grande habilidade. Diferentemente de muitos outros animais que movimentam as pernas dianteiras e traseiras do lado oposto ao mesmo tempo, o gato movimenta sua perna traseira e dianteira de um mesmo lado e depois as do outro.

A principal arma defensiva são suas garras. Elas podem estender-se para pular e brigar, ou retrair-se para andar silenciosamente ou quando ele estiver descansando. O ato de estender e contrair as garras repetidamente é chamado amassador e muitas vezes é acompanhado do ato de ronronar. Todas as garras dos dedos dos gatinhos apontam para uma direção, por isso é que a única forma de um gato poder descer de uma árvore até de costas. Isso explica porque muitos gatos não conseguem descer de árvores e têm que ser socorridos.

Os gatos usam seus dentes para agarrar, segurar e cortar alimentos. Ele corta e rasga seu alimento ao invés de esmagar e triturar. A língua do gato é áspera (devido às glândulas e papilas presentes) e é usada como uma espécie de colher para beber líquidos, além de ter dupla função, com ela o gato se penteia e escova, mantendo-se limpo. O olho é seu traço mais marcante, muitas vezes comentados por sua deslumbrante beleza. Eles são tão grandes, que os olhos do homem, para propositalmente serem do mesmo tamanho, deveriam ter vinte centímetros de largura. O seu sentido mais aguçado é a visão. Através dos seus olhos, um gato pode enxergar à noite ou a níveis muito baixos de luz. Ele pode distinguir os graus de claridade muito melhor que o homem e prefere lugares quase escuros. Entretanto, ele não distingue cores e as vê como vários tons de cinza, dependendo da claridade. Ele enxerga somente as mudanças de luz. Assim, se nada se move onde ele está olhando, ele nada vê. por essa razão, o gato movimenta seus olhos muito levemente, fazendo a cena mover-se e se tornar visível.

Como caçador que é, o gato gosta da perseguição e captura das presas mais comuns, passarinhos, roedores, lagartixas, etc, embora adaptado perfeitamente à vida diurna, seus hábitos são preferentemente crepusculares ou noturnos, enquanto durante as horas do dia, dorme e observa hieraticamente o mundo que o rodeia. Um gato que goze de semiliberdade pode, por mais bem tratado que esteja, abandonar o lar do seu proprietário e instalar-se no do vizinho se lá é alimentado e não fustigado. Estas peculiaridades do gato o tornam querido ou desprezado pelo homem, mas sempre respeitado pela sua eficácia como controlador roedores indesejáveis. O gato, sempre com a sua idiossincrasia controvertida e o seu magnetismo particular, constitui um dos mais atrativos animais domésticos. Durante séculos, no mundo inteiro os gato conseguiram sobreviver ao fogo e a água (milhares foram mortos em fogueiras e rios). Mas apesar da perseguição, sobreviveram, perpetuado a espécie.Talvez por este motivo se diga que os gatos têm sete, ou nove vidas. Não há sem sombra de dúvida nenhum animal tão martirizado em todos os tempos.

Nos tempos modernos continuam envoltos em lendas, crendices e preconceitos. Embora descendentes de protagonistas de uma história de amor e ódio tenha hoje mais aliados, que inimigos. Há mais de 20 anos, a escritora Lygia Fagundes Telles ama os gatos, a ponto de fazer essa declaração em seu livro A Disciplina do amor. O gato sempre exerceu fascínio sobre as pessoas. O clássico poema de T.S Eliot, O nome dos Gatos, inspirou o musical Cats, encenado anos a fio, na Broadway, com lotação sempre esgotada. Aliás, T.S Eliot escreveu um livro inteiro de poema sobre gatos. Thomas Gray escreveu uma poema imortalizando uma gata chamada Selima. Victor Hugo tinha um diário no qual escrevia ternamente a seus gatos. E Pablo Neruda não sairia impune, também escreveu sobre eles. O gato também era o animal favorito de Edgar Allan Poe e Stephen King. Também serviram de inspiração para o cartunista Jim Davis, que criou o personagem Garfield, um gato gordo, preguiçoso e cínico, com uma personalidade forte. As tiras em quadrinhos que começaram a ser publicadas em 1978, hoje aparecem diariamente em 2.400 jornais de todo o mundo. O próprio Jim passou sua infância com mais ou menos 25 gatos, apesar da asma. Mas o Garfield, não é o único gato famoso dos desenhos, quem não conhece os gatos — Felix (Pat Sullivan), o Gato risonho (Alice no País das Maravilhas), Lúcifer (gato da Cinderela – Walt Disney), Si e Ao (Gatos da Dama e o Vagabundo – Walt Disney), Frajola (Frajola e Piu-Piu – Warner Bros), Tom (Tom e Jerry – Warner Bros). Na literatura infantil temos as histórias, O Gato de botas e a Gata Borralheira, do francês Charles Perrault, Os músicos de Bremem, dos irmãos Grimm.

Inteligentes, ariscos, curiosos, talvez parte desse fascínio venha do fato de que o gato conserva muito dos instintos selvagens, também fascinam seus admiradores pelos gestos sinuosos, pelo ar indiferente de quem nunca atende quando é chamado, mas ganham carinho ao se tornar irrestíveis quando assim desejam. A lista dos seus apaixonados inclui muitos nomes famosos como os intelectuais Voltaire, La Fontaine, que enfatizava a astúcia do gato, em suas fábulas. O poeta romântico inglês, Lord Byron, defendia todas as virtudes do gato. Os nomes políticos a rainha Vitória, Abraham Lincoln, Mussolini entre muitos outros. Quanto aos artistas, temos Manet, Rodin, Ravel e Picasso. Leonardo da Vinci adorava desenhar gatos correndo, lutando, lavando-se ou repousando. Os pintores como Auguste Renoir, Fernando Botero, Andy Warhol e o brasileiro Aldemir Martins transformaram-no em obras de arte. O escritor Charles Dickens, o físico Albert Einstein, o ator Robert De Niro, a atriz Sofia Loren. Os escritores Colette, Mark Twain, Honoré Balzac, Victor Hugo, Raymond Chandler, Jean Colteau, eram admiradores confessos. O escritor Charles Perrault que criou o celebre Gato de Botas, não foi o único, o escritor Edgar Alan Poe fez do gato o tema de alguns dos seus melhores contos.

O cardeal Richelieu, ministro da monarquia francesa no século XVII, era tão devotado a seus 14 gatos que lhes deixou parte de sua herança em testamento. O escritor americano Ernest Heminqway gostava tanto de seus gatos que partilhava a mesa com eles. Chegou a ter 40 gatos de uma vez. Ilustres brasileiros como o físico Mário Schenberg teve vários gatos, a psiquiatra Nise da Silveira usou-os como co-terapeutas e o escritor João Guimarães Rosa adorava seus felinos. Muitas personalidades famosas o detestavam, mas sem dúvida a lista dos seus admiradores é bem mais extensa. Em todas as épocas, escritores', poetas, pintores, músicos, têm utilizado seus talentos para venerar seus gatos. Será de algum conforto para os criticados possuidores de animais domésticos, hoje freqüentemente acusados de perturbarem o ambiente com seus animais, o fato de que os anti-animais domésticos morrem mais cedo que eles. Há duas razões para isto. Em primeiro lugar, é sabido que amigável contato físico com os gatos reduz bastante o stress aos seus companheiros humanos. A relação entre humanos e gatos é tocante, no pleno sentido da palavra. O gato roça-se pelo corpo do dono e este acaricia o pêlo do gato. Se tais donos de gatos fossem levados para um laboratório a fim de fazerem teste às suas reações fisiológicas, verificaria-se que os sistemas dos seus corpos se tornariam nitidamente mais calmos, quando começassem a acariciá-los. A tensão baixa e o corpo descontrai-se. Estas formas de terapia foi provada na prática num grande número de casos agudos, quando doentes mentais melhoravam de forma notável, depois de serem deixados na companhia de gatos domésticos.

Todos sentimos uma espécie de libertação através de um simples e honesto relacionamento com o gato. Esta é a segunda razão do benéfico impacto do gato nos humanos. Não se trata, apenas, de uma questão de tocar, por mais importante que ela seja. É também uma questão de relação psicológica ligada as complexidades, traições e contradições das relações humanas. Todos nós somos feridos por certas relações, de tempos a tempos, alguns agudamente outros de formas mais ligeira. Quem tiver severos traumas mentais, terá dificuldade em resolve-los. Para estes uma ligação com um gato pode provocar grandes recompensas, devolvendo-lhes a fé nas relações humanas, destruindo as suspeitas e o cinismo e sarando as antigas feridas. Um estudo especial feito nos E.U.A, revelou recentemente que para aqueles a quem o stress provocou perturbações cardíacas, a posse de um gato pode constituir, literalmente a diferença entre a vida e a morte, reduzindo a tensão arterial acalmando o cansado coração. Estudou-se cientificamente que um dos primeiros métodos para diminuir a tensão arterial, numa pessoa que sofre de hipertensão, é a presença de uma animal domestico. O fato é que o gato, assim como o restante dos animais, parece estar em um patamar muito mais elevado que o nosso. Sua compreensão a respeito da vida é muito mais ampla e fundamental que a nossa. Seu respeito ao ciclo natural é imensamente maior. Sua espiritualidade e ligação direta com a energia criadora do universo é muito mais desenvolvida que a nossa. Realmente vivem a vida como deve ser vivida. São inigualavelmente superiores.

Gatos a Transmutação da Essência da Vida

A maioria das pessoas acha que os gatos não fazem nada, são preguiçosos e tudo que fazem é comer e dormir. Não é bem assim! Você sabia que os gatos tem uma missão na nossa vida? Você já parou para pensar porque tantas pessoas hoje em dia têm gatos? Mais do que o número de pessoas que tem cães?

Aqui está uma série de informações sobre a vida secreta dos gatos.
O gato devolve ao homem a exata medida da relação que dele parte. Sábio, é espelho. O gato é zen. O gato é Tao. Ele conhece o segredo da não-ação que não é inação. Nada pede a quem não o quer. Exigente com quem ama, mas só depois de muito certificar-se. Não pede amor, mas se lhe dá, então ele exige. Sim, o gato não pede amor. Nem depende dele. Mas, quando o sente, é capaz de amar muito. Discretamente, porém sem derramar-se. O gato é um italiano educado na Inglaterra. Sente como um italiano mas se comporta como um lorde inglês.

Todos os gatos têm o poder de, diariamente, remover energia negativa acumulada no nosso corpo. Enquanto nós dormimos, eles absorvem essa energia. Se há mais do que uma pessoa na família, e apenas um gato, ele pode acumular uma quantidade excessiva de negatividade ao absorver energia de tantas pessoas. Quando eles dormem, o corpo do gato libera a negatividade que ele removeu de nós. Se estivermos excessivamente estressados, eles podem não ter tempo suficiente para liberar tamanha quantidade de energia negativa, e consequentemente ela se acumula como gordura até que eles possam liberá-la. Portanto, eles se tornarão obesos – e você achava que era a comida com que você os alimentava! É bom ter mais do que um gato em casa para que a carga seja dividida entre eles. Eles também nos protegem durante a noite para que nenhum espírito indesejável entre em nossa casa ou quarto enquanto dormimos. Por isso eles gostam de dormir na nossa cama. Se eles verificarem que estamos bem, eles não dormirão conosco. Se houver algo estranho acontecendo ao nosso redor, eles todos pularão na nossa cama e nos protegerão. Se uma pessoa vier a nossa casa e os gatos sentirem que essas pessoas estão ali para nos prejudicar ou que essas pessoas são do mal, os gatos nos circundarão para nos proteger então, busque ver a reação dos seus gatos para ver o que eles farão quando alguém entrar em sua casa. Se eles correm para a pessoa, cheiram-na e querem ser acariciadas por essa pessoa, então relaxe. Se você não tem um gato, e um gato vira-latas entra em sua casa adotando-a como lar, é porque você precisa de um gato em casa nessa época em particular. O gato vira-latas voluntariou-se para ajudar e escolheu você. Agradeça ao gato por escolher sua casa para esse trabalho. Se você tem outros gatos e não pode ficar com o vira-latas, encontre um lar para ele. O gato veio a você por um motivo desconhecido para você a nível físico, mas em sonhos você pode ver a razão para o aparecimento do gato nessa época, se você quiser saber. Pode acontecer de haver um débito cármico que ele tem que pagar a você. Portanto, não afugente o gato. Ele vai ter que voltar de um modo ou de outro para realizar esta obrigação.

Os Gatos e a Cura

Na época de Atlântida, os curandeiros usavam cristais em seus trabalhos. Os cristais eram usados como uma canal de cura. Quando os curandeiros visitavam vilas distantes, eles não podiam usar os cristais pois o povo desconfiava deles achando que eles usavam magia negra. Como eles não podiam usar cristais, levavam gatos que exerciam exatamente a mesma função dos cristais. O povo não tinha medo dos gatos e permitiam que eles entrassem em suas casas. Desse modo, os gatos têm sido usado inúmeras vezes na arte da cura.Pessoas alérgicas a gatos são emocionalmente incapazes de amar alguém com profundidade, porque reprimem seus verdadeiros sentimentos. Os gatos são criaturas adoráveis,e amam seus donos acima de tudo,porém têm um jeito diferente de amar, mas nem por isso deixa de ser verdadeiro. Eles são grandes amigos e companheiros, doces, meigos e fieis.

Existem várias teorias relativamente aos gatos. Há quem diga que eles são os animais mais meigos que existem e há quem diga que são animais traiçoeiros, tanto estão no nosso colo como nos mostram as unhas. Os gatos distinguem estes dois tipos de pessoas.

Quem não se relaciona bem com o próprio inconsciente não transa o gato. Ele aparece, então, como ameaça, porque representa essa relação precária do homem com o (próprio) mistério. O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência. Se o gesto de carinho é medroso ou substitui inaceitáveis (mas existentes) impulsos secretos de agressão, o gato sabe. E se defende do afago. A relação dele é com o que está oculto, guardado e nem nós queremos, sabemos ou podemos ver. Por isso, quando surge nele um ato de entrega, de subida no colo ou manifestação de afeto, é algo muito verdadeiro, que não pode ser desdenhado. É um gesto de confiança que honra quem o recebe, pois significa um julgamento.
Detetores de energia

Se uma pessoa fizer uma festa a um gato mas no seu interior perdurar o medo e o desassossego o gato saberá pois estes vêm para além do que está à vista, estes relacionam-se com a nossa essência. Quando estes vão para o colo ou têm alguma manifestação de afeto é algo muito verdadeiro, é um gesto de confiança que devemos ter em conta. As suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega e atenção. Há quem defenda que os gatos são capazes de transformar energia negativa em energia positiva e desta forma são animais úteis para a cura. Se o animal se tentar deitar ou sentar numa parte do nosso corpo, insistentemente, poderá querer dizer que esse órgão ou membro estará afetado. Se prestar atenção os gatos quando se deitam num sítio, depois de algum tempo, saem rapidamente pois acreditam já terem limpo as energias daquele local.

O homem não sabe ver o gato, mas o gato sabe ver o homem. Se há desarmonia real ou latente, o gato sente. Se há solidão, ele sabe e atenua como pode (ele que enfrenta a própria solidão de maneira muito mais valente que nós). Se há pessoas agressivas em torno ou carregadas de maus fluidos, ele se afasta. Nada diz, não reclama. Afasta-se. Quem não o sabe "ler" pensa que "ele não está ali. Presente ou ausente, ele ensina e manifesta algo. Perto ou longe, olhando ou fingindo não ver, ele está comunicando códigos que nem sempre (ou quase nunca) sabemos traduzir.
Onde dormem os gatos?

Os gatos procuram locais onde existe alguma energia parada ou alguma energia negativa pois estes são transformadores e põem a energia em movimento. Os gatos gostam de dormir em locais com linhas de água subterrâneas, falhas geológicas, entre outras. Comprovado pelas ciências estes locais afetam a saúde das pessoas, podendo provocar algumas doenças e depressões. Isto comprova que os gatos ao dormirem nestes locais estão a afastar estas más energias de nós. Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia. Ao emitir este som o gato está a sintonizar-se com o seu dono e está a neutralizar o seu campo negativo, por isso é aconselhável pegar num gato ao colo uma vez por dia.

O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge portátil à disposição de quem o saiba perceber. Monge, sim, refinado, silencioso, meditativo e sábio monge, a nos devolver as perguntas medrosas esperando que encontremos o caminho na sua busca, em vez de o querer preparado, já conhecido e trilhado. O gato sempre responde com uma nova questão, remetendo-nos à pesquisa permanente do real, à busca incessante , à certeza de que cada segundo contém a possibilidade de criatividade e de novas inter-relações, infinitas, entre as coisas.

Os gatos dormem muito porque precisam repor as energias que perdem enquanto fazem a gatinholimpeza do ambiente. Isso não é uma novidade, porque já no antigo Egito eles eram e ainda são considerados animais sagrados, porque simbolizam exatamente isso: a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo.Preste atenção onde seu bichano gosta de dormir, normalmente eles procuram locais onde existe alguma energia parada, essa energia não é necessariamente negativa, mas também não é boa tê-la sem utilidade. Assim, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas. Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras. Assim o gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.proteção_animais

O gato é uma lição diária de afeto verdadeiro e fiel. Suas manifestações são íntimas e profundas. Exigem recolhimento, entrega, atenção. Desatentos não agradam os gatos. Bulhosos os irritam. Tudo o que precise de promoção ou explicação, quer afirmação. Vive do verdadeiro e não se ilude com aparências. Ninguém em toda natureza aprendeu a bastar-se (até na higiene) a si mesmo como o gato! Lição de sono e de musculação, o gato nos ensina todas as posições de respiração ioga. Ensina a dormir com entrega total e diluição recuperante no Cosmos. Ensina a espreguiçar-se com a massagem mais completa em todos os músculos, preparando-os para a ação imediata. Se os preparadores físicos aprendessem o aquecimento do gato, os jogadores reservas não levariam tanto tempo (quase 15 minutos) se aquecendo para entrar em campo. O gato sai do sono para o máximo de ação, tensão e elasticidade num segundo. Conhece o desempenho preciso e milimétrico de cada parte do seu corpo, a qual ama e preserva como a um templo.

Outra lenda ligada aos gatos é o fato de possuírem sete vidas. Esta questão está associada ao seu campo vibratório perfeito, ou seja, o gato é o animal que mais neutraliza o negativo, se colocarmos numa escala, neutralizaria 100%, daí a questão das sete vidas.O Gato também é o único animal que, como o ser humano, tem sete camadas da aura e mais do que isso, são duplas. Isso faz com que ele tenha oito sentidos, três a mais do que o normal, que são cinco. Isso é percebido pela sua independência e, podemos dizer sua terceira visão. Quem nunca prestou a atenção em um gato acompanhando o olhar para algo que não conseguimos ver? É comum os gatos perceberem outras presenças nos ambientes.Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia. Neste momento ele está sintonizando seu campo com o da pessoa ou neutralizando seu próprio campo negativo, por isso é aconselhável pegar um gato no colo pelo menos uma vez ao dia.

Lição de saúde sexual e sensualidade. Lição de envolvimento amoroso com dedicação integral de vários dias. Lição de organização familiar e de definição de espaço próprio e território pessoal. Lição de anatomia, equilíbrio, desempenho muscular. Lição de salto. Lição de silêncio. Lição de descanso. Lição de introversão. Lição de contato com o mistério, com o escuro, com a sombra. Lição de religiosidade sem ícones. Lição de alimentação e requinte. Lição de bom gosto e senso de oportunidade. Lição de vida, enfim, a mais completa, diária, silenciosa, educada, sem cobranças, sem veemências, sem exigências.
O gato é uma chance de interiorização e sabedoria posta pelo mistério à disposição do homem.
Artur da Távola
Os Gatos nos Curam

A maioria das pessoas acha que os gatos não fazem nada, são preguiçosos e tudo que fazem é comer e dormir. Não é bem assim! Você sabia que os gatos têm uma missão na nossa vida? Você já parou para pensar porque tantas pessoas hoje em dia têm gatos? Mais do que o número de pessoas que tem cães?

Aqui está uma série de informações sobre a vida secreta dos gatos. Todos os gatos têm o poder de, diariamente, remover energia negativa acumulada no nosso corpo. Enquanto nós dormimos, eles absorvem essa energia. Se há mais do que uma pessoa na família, e apenas um gato, ele pode acumular uma quantidade excessiva de negatividade ao absorver energia de tantas pessoas. Quando eles dormem, o corpo do gato libera a negatividade que ele removeu de nós. Se estivermos excessivamente estressados, eles podem não ter tempo suficiente para liberar tamanha quantidade de energia negativa, e consequentemente ela se acumula como gordura até que eles possam liberá-la. Portanto, eles se tornarão obesos e você achava que era a comida com que você os alimentava! É bom ter mais do que um gato em casa para que a carga seja dividida entre eles. Eles também nos protegem durante a noite para que nenhum espírito indesejável entre em nossa casa ou quarto enquanto dormimos. Por isso eles gostam de dormir na nossa cama. Se eles verificarem que estamos bem, eles não dormirão conosco. Se houver algo estranho acontecendo ao nosso redor, eles todos pularão na nossa cama e nos protegerão. Se uma pessoa vier a nossa casa e os gatos sentirem que essas pessoas estão ali para nos prejudicar ou que essas pessoas são do mal, os gatos nos circundarão para nos proteger. Quando meus gatos começaram a fazer isso comigo, eu não entendia porque eles ficavam em cima de mim ou aos meus pés. Eu soube depois que eles estavam me protegendo. Então, meus ouvidos e meus olhos buscam imediatamente ver a reação dos meus gatos para ver o que eles farão quando alguém entra em minha casa. Se eles correm para a pessoa, cheiram-na e querem ser acariciadas por essa peça, eu sei que posso relaxar.

Gatos amam mais as pessoas do que elas permitiriam. Mas eles têm sabedoria suficiente para manter isso em segredo.
Mary Wilkins
Dívida a Resgatar

Se você não tem um gato, e um gato vira-latas entra em sua casa adotando-a como lar, é porque você precisa de um gato em casa nessa época em particular. O gato vira-latas voluntariou-se para ajudar e escolheu você. Agradeça ao gato por escolher sua casa para esse trabalho. Se você tem outros gatos e não pode ficar com o vira-lata, encontre um lar para ele. O gato veio a você por um motivo, desconhecido para você a nível físico, mas em sonhos você pode ver a razão para o aparecimento do gato nessa época, se você quiser saber. Pode acontecer de haver um débito cármico que ele tem que pagar a você. O espírito que o acompanha pode ter feito algum mal a você em outra vida e deve resgatar essa dívida protegendo você nesta vida. Portanto, não afugente o gato. Ele vai ter que voltar de um modo ou de outro para realizar esta obrigação.

O Gato
Gato que brincas na rua como se brincasses na cama invejo a sorte que é tua, porque nem sorte se chama.
Bom servo das leis fatais, que rege pedras e gentes, que tens instintos gerais, e sentes só o que sentes.
És feliz porque és assim, todo o nada que és, é teu; eu vejo-me, e estou sem mim; conheço-me, e não sou eu.
Fernando Pessoa
Os Gatos Nos Curam

Na época de Atlântida, os curandeiros usavam cristais em seus trabalhos. Os cristais eram usados como um canal de cura. Quando os curandeiros visitavam vilas distantes, eles não podiam usar os cristais pois o povo desconfiava deles achando que eles usavam magia negra. Como eles não podiam usar cristais, os curandeiros levavam gatos que exerciam exatamente a mesma função dos cristais. O povo não tinha medo dos gatos e permitiam que eles entrassem em suas casas. Desse modo, os gatos têm sido usados inúmeras vezes na arte da cura.

Gatos não morrem de verdade: eles apenas se reintegram no ronronar da eternidade.
Gatos jamais morrem de fato: suas almas saem de fininho atrás de alguma alma de rato.
Gatos não morrem: sua fictícia morte não passa de uma forma mais refinada de preguiça.
Gatos não morrem: rumo a um nível mais alto é que eles, galho a galho, sobem numa árvore invisível.
Gatos não morrem: mais preciso - se somem - é dizer que foram rasgar sofás no paraíso e dormirão lá, depois do ônus de sete bem vividas vidas, seus sete merecidos sonos.
Nelson Ascher

O gato é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, é portanto um transmutador de energia e um animal útil para cura, pois capta a energia ruim do ambiente e transforma em energia boa, – normalmente onde o gato deita com frequência, significa que não tem boa energia – caso o animal comece a deitar em alguma parte de nosso corpo de forma insistente, é sinal de que aquele órgão ou membro está doente ou prestes a adoecer, pois o bicho já percebeu a energia ruim no referido órgão e então ele escolhe deitar nesta parte do corpo para limpar a energia ruim que tem ali. Observe que do mesmo jeito que o gato deita em determinado lugar, ele sai de repente, pois ele sente que já limpou a energia do local e não precisa mais dele.O amor do gato pelo dono é de desapego, pois enquanto precisa ele está por perto, quando não, ele se a afasta. No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos. O gato imortal existe, em algum mundo intermediário entre a vida e a morte, observando e esperando, passivo até o momento em que o espírito humano se torna livre. Então, e somente então, ele irá liderar a alma até usei repouso final.

“Quisera ter nas pessoas a confiança dos gatos que fecham os olhos e esticam o pescoço na certeza do carinho”.
Leila Micolis
Created By
Rubem Viana
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