O movimento estudantil no século 21 As bandeiras E AS LIDERANÇAS QUE MOBILIZAM ESTUDANTES NO BRASIL

De tempos em tempos o Brasil – e o mundo – vê os jovens – secundaristas e universitários – levantarem-se e irem às ruas por mudanças. Foi assim em 1968, mas também em vários outros momentos.

Um olhar para a história recente do Brasil mostra que estudantes tiveram papel fundamental no combate à ditadura civil-militar, no processo das Diretas Já e no impeachment de Fernando Collor.

De 1968 a 1991, mobilizações estudantis contribuíram para as mudanças exigidas pela sociedade brasileira

Em 2016, eles voltaram a assumir o protagonismo das ruas unidos pelas mais diversas bandeiras: da defesa do passe livre no transporte público à abertura de uma CPI para investigar o desvio de recursos públicos para merenda escolar em São Paulo, do protesto contra a PEC 55 que estabeleceu teto de gastos no setor público em várias áreas às ocupações de escolas em protesto à reforma do ensino médio adotada por medida provisória.

Após o impeachment recente de Dilma Rousseff, a sucessão de denúncias de corrupção envolvendo lideranças políticas de diversos espectros partidários e medidas anunciadas/adotadas/aprovadas sem discussão, os estudantes voltaram a clamar por serem ouvidos. Como em 68.

Protestos estudantis e ocupações de escolas se espalharam pelo país a partir de 2015 e se intensificaram em 2016

Mas afinal, quais as semelhanças entre o movimento estudantil brasileiro de ontem e o de hoje? Como os jovens de então que lutaram contra a ditadura veem os estudantes que hoje se voltam contra a PEC 55, por exemplo?

"O que precisamos é pressionar os governos. Ocupar escolas prejudica apenas outros alunos.”

Bertholdo Castro, jornalista do Correio da Manhã e ferrenho opositor ao golpe militar no final da década de 1960

“Não vivemos a mesma situação, é verdade, mas nossos direitos estão sendo retirados e atropelados e isso também é uma forma de golpe.O mundo mudou, mas as brigas são as mesmas, e muita gente parece não querer aceitar isso."

Yuri Guedes, estudante de Cinema da Escola de Cinema Darcy Ribeiro (RJ)

  • Uma grande reportagem eder content sobre a volta do protagonismo estudantil no século 21: paralelos e divergências entre 1968 e 2016
  • Quem eram e quem são os estudantes que foram às ruas? Quais são suas motivações e bandeiras? Quais são suas posições políticas? Que garantias civis têm os estudantes que vão às ruas ontem e hoje?
  • Quem são seus líderes? Qual é o perfil sócio-econômico das lideranças dessas duas gerações de estudantes?
  • Qual o papel dos movimentos estudantis organizados? Qual a posição da classe artística e intelectual em relação a esses movimentos estudantis de ontem e hoje? Qual é o cenário internacional em que estão inseridos?
Em São Paulo, estudantes foram às ruas e ocuparam escolas contra o fechamento de 90 unidades pelo governo Alckmin em outubro de 2015

Uma reportagem eder content em formato longo

Infografia comparativa entre 1968 e 2016

Depoimentos em vídeo de lideranças estudantis de 1968 e 2016

Análise comparativa do movimento estudantil no século 21 com cientistas sociais e políticos

Entrega do conteúdo pronto para publicação em 15/mar/17

Made with Adobe Slate

Make your words and images move.

Get Slate

Report Abuse

If you feel that this video content violates the Adobe Terms of Use, you may report this content by filling out this quick form.

To report a Copyright Violation, please follow Section 17 in the Terms of Use.