Além das praias Guia turístico mostra um Rio que não se vê

Texto Liana Melo e fotos do livro 'Rio Secreto'

Se todos os caminhos levam por um lado, o editor Thomas Jonglez prefere seguir por outro. E foi assim que descobriu no Jardim Botânico, ao sair à procura de ângulos inusitados no Rio de Janeiro, uma das raras estátuas da cidade em homenagem a uma divindade afro-brasileira. Em tamanho gigante, com cinco metros de altura, e esculpido em resina, a estátua do Orixá Ossanha é a divindade das folhas e das ervas - o lugar escolhido para homenageá-lo não poderia ser mais apropriado.

Uma rara representação de uma divindade afro-brasileira dentro do Jardim Botânico. Na placa, aos pés da estátua, está escrito: "Guarda consigo os segredos místicos e curativos das folhas e plantas".
Painel de Di Cavalanti sobre a imprensa no Centro Cultural da Light.
Um total de 80 painéis fazem parte do Caminho do Grafite, no Morro dos Prazeres, em Santa Teresa.
Considerado um dos líderes da Inconfidência Mineira, Tiradentes ficou em uma cela no Hospital da Ilha das Cobras, antes de ser enforcado.
O vitral da loja Arezzo, no centro da cidade, é um joia desconhecida construída em meados do século XIX.
Um dos murais modernistas no palácio neoclássico, onde um dia foi o Ministério da Fazenda.
A cerca de uma hora do centro do Rio, no final da Barra da Tijuca, a capela Magdalena é, ao mesmo tempo, uma pequena igreja, palco de concertos, restaurante e um pequeno museu particular de reproduções de miniatura de trens, aviões, barcos, castelos, igrejas e edifícios do mundo todo.

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